Donata Meireles, uma das maiores reais influencers digitais do nosso Brasil, conceituada e muito bem posicionada no que faz, com conteúdo e atitude, fez a seguinte publicação abaixo, bem pertinente pros dias atuais.

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Não tenho dúvidas que a maioria ainda acha que influenciar tem tudo a ver com números de seguidores. Isso já um paradigma no mercado.

Mas as coisas estão mudando…

Inclusive, certo dia, o marido dela, Nizan Guanaes, numa live, tocou no assunto e fez até comparativos. Também concorda com Donata.

Existe uma nuvem que mascara a realidade e poucos sabem extrair a verdade desse contexto. Sem contar que quantidade nem sempre leva um influencer trabalhar seu segmento e público da forma correta.

Muita coisa ainda é mistério e as lives estão comprovando isso… como pode tantos e tantos seguidores e poucos espectadores numa live? Ou seja, nem sempre a quantidade está disposta a ouvir ou ser influenciada.

Donata tem sensibilidade, expertise e sabedoria.

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  1. observanatal
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    Donata perfeita. Ótima postagem, Bebeto.

    O ideal seria o equilíbrio de conteúdo relevante e seguidores, mas seguidores que saibam do que se trata o conteúdo e busque a relevância da postagem, do assunto abordado.

    Ontem assisti uma live de dois influenciadores na área de tecnologia. E quando digo influenciadores, quero dizer que esses são YouTubers, Intagramers, procurados nos canais para sanar dúvidas e o consumidor decidir o que comprar, baseado na experiência deles com o produto. Pois bem, eles lamentavam que parte dos seguidores ficam nas suas bolhas, buscando um só tipo de conteúdo, como por exemplo, smartphones, enquanto os produtores gostariam de falar sobre outras novidades, e falam, mas não possuem o mesmo alcance nas redes. Possuem a consciência de que há um público, mas não querem sempre postar sobre o que todo mundo espera, apostando aos poucos em público mais consciente no futuro, em que tecnologia não se resume ao smartphone.

    Já eu, observo que muitos “digital influencers” acham que número de seguidores dizem tudo. E não dizem. Não puramente esse único número. Quem são seus seguidores? O que eles mais gostam quando você pública? Há engajamento? Porcentagem de engajamento? Você conversa com seu público, o traz para perto ou o trata como apenas um comprador a ser fisgado (seja de qual ramo for)?
    Você imagine que há candidato, puxando para a política, que acha que será eleito pelo número de seguidores que possui. Essa qualidade de gente ou é muito tola ou se faz de muito esperta.

    Há um rapaz em Natal com quase 2 Milhões de seguidores, não é candidato a nada, há engajamento absurdo nas redes sociais dele, especialmente entre jovens, e ele vive hoje desse trabalho, e inclusive participa de um programa de televisão local. Ele sabe qual o público dele e como lidar com a audiência.

    Há um outro, com 120 mil seguidores. Maior influenciador digital no mundo cervejeiro potiguar. As pessoas compram porque confiam no trabalho que ele faz, na opinião que ele dá, e ele, por sua vez, sabe interagir com o público e conhece sua audiência. Com essas lives e dicas de cerveja, de onde comprar isso e aquilo, o perfil teve um alcance de mais de um milhão de pessoas.

    Falei demais. Mas era isso. Gente com muitos seguidores há de caminhão, mas influenciadores, são poucos.

    • Laurita Arruda
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      E eu lendo e querendo anota tudo para aprender um pouco.
      O mundo digital muda todo dia, toda hora, né?
      E quem não se adaptar corre o risco de parar por pensar que o meio é apenas um meio.
      E não uma nova forma de ler, transmitir, receber, viver..

      • observanatal
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        O mundo digital é cheio de boas possibilidades, mas também de péssimas possibilidades. Cabe à nós decidirmos qual caminho seguir. Clichê, mas mais verdadeiro do que nunca.

        Você não é a campeã de seguidores, jornalista, mas tem público qualificado, formador de opinião. Embora haja muita opinião dispensável pelo mundo, as que você agrega fazem diferença.

        Há muitos blogs, veículos, perfis, que atraem milhares e milhares de seguidores, mas cria uma turma baseada na intolerância, no ódio, na crueldade cibernética, na confiança de nunca serem descobertos. Há uma visível pobreza de raciocínio prático, imagine lógico.

    • Bebeto Torres
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      Observanatal, Você me deixa feliz com suas opiniões, comentários e pontos de vista. Acabei de ler e aprender com Você. Muito obrigado!! Você não faz noção de como essa interação motiva e nos faz pensar pra tentar superar…
      Por favor, me diga quem é esse rapaz de quase 2 milhões de seguidores que sabe engajar que quero segui-lo e aprender com Ele. Por favor, idem do influenciador cervejeiro, quero segui-lo também.
      Abração,
      Bebeto

      • observanatal
        Responder

        Bebeto, um é @nathanreuel. Parece um doidinho, que não tem noção, que brinca demais com a família, mas tem força nas redes, especialmente Instagram, com jovens. Mas é absolutamente consciente do que acontece em volta dele.

        O outro é o perfil do @gelanatal, que tem Miguel Medeiros, jornalista, como produtor de tudo. Parece apenas um perfil sobre consumo de cerveja, e também é, mas ele passa experiências e deixa claro que as opiniões dele são dele, e talvez por isso as pessoas confiem na ideia que ele vende.

        A gente tem que observar perfis e ver o que pode ser aproveitado com eles. O que posso trazer para mim, que ideia posso ter a partir dalí?

        • Bebeto Torres
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          Obrigado Observanatal!
          Vou segui-los já já, muito obrigado pelas indicações.
          Benchmarking é uma técnica antiga e muito proveitosa, vou aproveitá-la pro mundo digital.
          Obrigado,
          Bebeto

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