13/07/2017. Crédito: Luís Nova/Esp. CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. O presidente Michel Temer sanciona o projeto de reforma trabalhista aprovado pelo Congresso Nacional, em cerimônia no Palácio do Planalto. Na foto, o relator da Lei na Câmara dos Deputados, deputado Rogério Marinho.

Um pouquinho mais de lenha na fogueira das vaidades que não param de queimar na Esplanada dos Ministérios.

Não bastassem as divergências públicas entre os ministro Paulo Guedes (Economia) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) , alguns setores das classes produtoras de São Paulo sugerem o nome do ministro potiguar para o lugar de Guedes.

A ideia está em matéria de fôlego da Folha de São Paulo deste sábado e mostra o descontentamento com as reformas prometidas por Paulo Guedes e não concluídas. Também pela forma de agir em que muito fala e pouco ouve.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, sempre foi considerado por boa parte do mercado brasileiro como o fiel da balança do governo de Jair Bolsonaro. Agora, as coisas parecem não ser mais assim.

A reportagem ouviu empresários de diversos segmentos e as opiniões divergem, dependendo do setor.

Industriais, por exemplo estão divididos com relação ao desempenho do ministro.

Um grande empresário do ramo, que pediu anonimato, disse que a demora em entregar as reformas prometidas tem tirado a credibilidade do ministro.

Essa mesma pessoa afirmou que já participou de diversas reuniões com Guedes e que ele não escuta as propostas feitas pelo empresariado. Segundo ele, o ministro abre as reuniões dizendo que vai falar rapidamente, mas fala por mais de uma hora e não ouve ninguém.

Ele também afirma que tem sentido a rejeição a Guedes aumentar entre seus pares.

E que vê dois nomes que poderiam ocupar o seu lugar: o também ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Social) e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. 

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