Quando Laurita pensou em relançar o seu Território Livre, minha contribuição foi lembrar o nome do mano Domício, médico urologista.

Lembrei-me de uma reportagem dele, publicada na Tribuna do Norte, quando ele era estudante de Medicina e participou do Projeto Rondon na Amazonia.

Vi que o jornalismo havia perdido um talento.

Agora ele foi tentado, a, como urologista, publicar uns textículos, onde sua ficção certamente deleitaria seus leitores, que crescem a cada dia.

Mas. existe uma regra fundamental em Comunicação. Importante não é o que o autor quer dizer.

É como é entendido. Foi o que aconteceu, hoje, com a “minuta” de um pretenso decreto.

E muitos leitores se mostraram indignados com o fechamento do Teatro Alberto Maranhão (fechado há seis anos), fechamento da Biblioteca Câmara Cascudo (sem funcionar há oito anos), ou proibir o acesso ao Forte dos Reis Magos (interditado há cinco anos).

Muitos leitores disseram não se conformar com essa possibilidade.

O texticulo de hoje ultrapassou os limites dos seus fieis leitores.

Que a ironia praticada em forma de minuta de um decreto sirva para que o publico que indignou-se com o fechamento daqueles bens estaduais, se mobilize agora para reabri-los.

E mais uma lição: – Com Coronavirus não se brinca.

Desculpem leitores, decidimos manter o texto porque sua retirada, diante da repercussão, poderia ser muito pior e a discussão sobre o desconhecido.

C.A.C.

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Comentários do Site

  1. observanatal
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    O potiguar nem sabe o que funciona, quer dar opinião sobre o texto dos outros. Que sociedade burra e azeda!

  2. Francisco Diniz
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    aqui reina a burrice, pelo jeito. que culpa tem o autor se alguns ignorantes não sabem interpretar um textículo?!????? li e gostei. a ironia dele me representou. viva Domicio!!!!!!

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