Num tom de “me inclua fora dessa”, o senador Jean Paul Prates (PT) procurou este Território Livre para esclarecer que a CPI,  que morreu na praia sem concluir causas e consequências do maior crime ambiental que se tem notícia no litoral brasileiro foi a da Câmara Federal.

A do Senado continua e já tem um volumoso trabalho a apresentar.

O senador do RN, por exemplo, apresentou um relatório com mais de cinquenta laudas com um retrato sobre causas e consequências do desastre ambiental. São considerações colecionadas desde dezembro de 2019, ano que o vazamento ocorreu.

Assim, a Comissão do Senado ainda “vive” e funcionou 48 dias em 2019, mais 48 dias em 2020 e foi suspensa depois da pandemia do Coronavirus. Segundo o Regimento do Senado, ainda restam 84 dias para ser concluída quando os trabalhos presenciais retornarem.

Significa dizer que … nem tudo está perdido. Nem morreu na praia. Se na Câmara, morreu, o Senado ainda pode trazer a luz sobre causa, efeitos e o que o Brasil pode fazer para evitar novos episódios que chocaram o país e o mundo.

Comentários do Site

  1. observanatal
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    O Senado é uma grande potência atualmente. Temos observado. Pratinhas desenrola tudo em Brasília.

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