Quem tem o mínimo de espiritualidade não pode assistir as notícias da morte do pequeno Miguel, de 5 anos, em Pernambuco como uma fato isolado, acaso ou consequência de irresponsabilidade – com culpa ou dolo.

Em plena pandemia de Coronavirus, tragédias que parecem querer nos tocar mais, nos acordar mais, nos ensinar mais.

Parece o mesmo caso de George Floyd nos Estados Unidos. Não pode ter sido em vão. As idades e enredos são próprios, e isso também deve ter um propósito, as características de exclusão social e alcance idem, idem.

Hoje,  essa imagem de Miguel com asas de anjo, tão próprias do nome que sua mãe lhe deu, o príncipe das maiores batalhas celestiais, o pensamento que ele está em bom lugar. No melhor lugar.

E ficará em paz se soubermos aqui de baixo aprender a fazer o certo com essa dor.

O que nós faríamos se víssemos qualquer criança de 5 anos num elevador sozinho?

Sem julgar, sem execrar e dando o benefício do arrependimento a quem não escapará do Juízo Final, o que faríamos?

Talvez essa seja a primeira lição que o anjo Miguel e o Pai dele queira que aprendamos com a dor da partida que não é só da mãe, Mirtes Renata e sua família, é de todos nós.

 

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