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Ganha volume a tese que o presidente Jair Bolsonaro deve compensar a derrota do presidente do Senado Davi Alcolumbre  no STF com um Ministério a partir de fevereiro, quando ele deixa o comando do Congresso.

Um receio de Alcolumbre é aceitar o convite e, com isso, o presidente Jair Bolsonaro sentir-se liberado para investir em uma candidatura no Senado de fora de seu grupo.

Alcolumbre trabalha por Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e quer o apoio do Planalto, já que os líderes do governo no Senado e no Congresso, ambos do MDB, estão no páreo pela presidência da Casa.

O LUGAR DE ROGÉRIO MARINHO NA MESA

Segundo a CNN, há lugares postos para negociação.

Na mesa, estaria a possibilidade de o presidente do Senado assumir a Secretaria de Governo, responsável pela articulação política, ou o Ministério do Desenvolvimento Regional, do potiguar Rogério Marinho.

Hoje, a articulação depende também do resultado das eleições de Macapá . É que o 1º suplente de Alcolumbre é seu irmão Josiel, que disputa o 2º turno no próximo dia 20 de dezembro com Dr. Furlan, do Cidadania.

Se o irmão perder, o interesse de Davi Alcolumbre pode aumentar em ocupar uma cadeira na Esplanada dos Ministérios.

Comentários do Site

  1. observanatal
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    Alcolumbre, deixando de ser presidente do Senado para ser um bos** qualquer. Mais um bundão. Vai sumir na história do Brasil, diferente de Rodrigo Maia, que pode ser xingado, execrado, mas tem o lugar dele na história do Brasil como presidente da Câmara Federal.

    Rogério Marinho é mais habilidoso que Alcolumbre. Incomparavelmente.

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