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Por Sônia Racy 

O nome de Mendonça Filho, do DEM, ex-ministro da Educação de Temer, está posto na mesa de Bolsonaro para o lugar de Abraham Weintraub, que saiu de férias anteontem.

É a segunda vez que isso acontece – ele ficou no “quase” em abril, com a saída do então ministro Ricardo Vélez. Desta vez, ao que apurou a coluna, nomes influentes entraram em seu favor.

Procurado, o ex-ministro, hoje consultor na Fundação Lemann, desconversou e disse que não iria comentar.

A seu favor, o trabalho de Mendonça Filho à frente do ministério na gestão Temer, mais o fato de ele ser do Nordeste e de ter apoiado Bolsonaro no segundo turno – o que surpreendeu até aliados.

E contra? Olavistas e uma ala do DEM que inclui Rodrigo Maia. O partido ensaia uma aliança com o PSL… de Bivar.

Para a cadeira de Weintraub, que não seria demitido, mas realocado, entram no jogo mais três currículos.

Os do pró-reitor da FGV, Antonio Freitas, do economista Ricardo Braga, que já é secretário no MEC, e do atual diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos.

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