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No seu primeiro ano, o Governo Bolsonaro – praticamente – não teve problemas com a invasão de propriedades rurais, uma especialidade do MST. O total registrado, nesse primeiro ano do Governo foi de apenas cinco propriedades em todo o Brasil.

No Governo Fernando Henrique foram efetivadas 502 invasões (inclusive na propriedade do próprio Presidente); com Lula foram até 298  fazendas ocupadas; e 182 no primeiro  ano do Governo Dilma Roussef.

POUCO DE ESTÓRIA

Segundo o  próprio MST, sua história  teve origem na década de 1980, defendendo que a expansão da fronteira agrícola, os megaprojetos — dos quais as barragens são o exemplo típico — e a mecanização da agricultura contribuíram para eliminar as pequenas e médias unidades de produção agrícola e concentrar a propriedade da terra. Paralelamente, o modelo de reforma agrária adotado pelo regime militar priorizava a “colonização” de terras devolutas em regiões remotas, tais como as áreas ao longo da rodovia Transamazônica, com objetivo de “exportar excedentes populacionais” e favorecer a integração do território, considerada estratégica.

O MST se organiza em 25 estados brasileiros. Sua estrutura organizacional se baseia em uma verticalidade iniciada nos núcleos (compostos por 500 famílias) e seguindo pelas brigadas (grupo de até 500 famílias), direção regional, direção estadual e direção nacional. Paralelo a esta estrutura existe outra, a dos setores e coletivos, que buscam trabalhar cada uma das frentes necessárias para a “reforma agrária verdadeira”.

 

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