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Depois que o presidente Jair Bolsonaro liderou a marcha da insensatez no início do mês ao STF com representantes de setores produtivos do Brasil para pressionar a reabertura do comércio, industria e empresas fechadas graças às medidas de proteção ao Coronavirus, vem a reação de outro lado da classe .

Hoje, na Folha de São Paulo, acionistas das maiores empresas do Brasil são taxativos ao dizer que não é papel dos empresários pressionar governadores pela flexibilização do distanciamento social adotado para conter o coronavírus.

O empresário Pedro Passos, cofundador da Natura e hoje copresidente do conselho de administração da empresa, diz que empresário não tem que pressionar governador.

Luiza Helena afirma estar em contato com o governo na tentativa de minimizar essas perdas econômicas.

“Em primeiro lugar é saúde. Eu estou lutando muito e o governo fez medidas muito boas. Elas podem não estar chegando até os pequenos empresários, mas sei que o governo tem se esforçado para acabar com esse problema”,

João Ometto, da São Martinho, segue a mesma linha de raciocínio.

“A gente tem que prezar pela vida das pessoas. A vida acaba, mas a economia dá para a gente ir acertando depois.”

Para Horácio Lafer Piva, acionista e membro do conselho de administração da Klabin, o pedido de Bolsonaro é um absurdo.

“É inacreditável ele pedir para os empresários pressionarem os governadores. Está lidando com gente séria, não um bando de criança.

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Comentários do Site

  1. observanatal
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    Nem todo calça 40, mas poucos se posicionam, e assim somos todos engolidos. Quando o brasileiro aprender a boicotar marcas, quem sabe os que calçam 40 pensem duas vezes nas empresas que representam e façam valer aquela parte da apresentação que começa assim: “Os nossos valores são…”

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