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Do Estadão 

O empresário Paulo Magnus, preso na última quarta-feira (16) no Recife na Operação Desumano da Polícia Federal, é também processado por supostos crimes de “associação criminosa” e de “dispensa indevida de licitação” na Justiça Federal do Rio Grande do Norte.

A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) do Rio Grande do Norte, apresentada em 2017, já foi aceita pela Justiça Federal, e Paulo Magnus figura como réu criminal no processo.

No Rio Grande do Norte, o empresário está sendo acusado de utilizar a organização social Instituto Pernambucano de Assistência e Saúde (IPAS) para celebrar contrato com a Prefeitura de Natal, para assistência a saúde na Prefeitura de Natal (RN).

Segundo a ação do MPF do Rio Grande do Norte, esta outra organização social também seria “de fachada” do empresário.

Além do processo criminal, Paulo Magnus também foi processado por improbidade administrativa no Rio Grande do Norte, em outra ação do MPF.

A improbidade também tem relação com a prestação de serviços públicos de saúde para a Prefeitura de Natal (RN), tendo o MPF apontado várias irregularidades na ação.

Citação no Cotel

Paulo Magnus está recolhido ao Cotel desde quarta (16). O prazo da sua prisão temporária, de cinco dias, acaba no domingo.

O juiz federal do Rio Grande do Norte, ao saber pela imprensa que o empresário foi preso, mandou citá-lo na ação criminal dentro do Cotel.

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