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Por Lauro Jardim 

O Plalácio do Planalto entrou em campo para abortar o bem adiantado processo de fuisão entre o DEM e o PSL.

Há pelo menos dois meses os dois partidos avançam em discussões para unirem forças.

Juntos teriam, por exemplo, a maior bancada na Câmara, com 81 deputados. Contariam com sete senadores. E um fundo partidário de R$ 478 milhões, bem acima dos R$ 300 milhões do PT (valores de 2020).

Jair Bolsonaro escalou Ciro Nogueira para a tarefa.

O chefe da Casa Civil tem tido conversas reservadas com Luciano Bivar e Antonio Rueda, respectivamente presidente e vice-presidente do PSL.

Sem alarde, Ciro tem trabalhado com armas tradicionais do Centrão para que Bivar e Rueda reconsiderem uma decisão praticamente tomada.

DO TL 

O presidente do DEM do Rio Grande do Norte, ex-senador José Agripino Maia  esteve em Brasília esta semana  e participou de conversas com a cúpula do partido.

Em entrevista ao Agora RN, Maia disse que acredita na fusão, apesar de faltar alguns detalhes jurídicos serem definidos. Assim como o novo nome do partido, que ele defende seja escolhido a partir de uma consulta por pesquisa de opinião.

Uma coisa Agripino já adianta; será um partido de Centro, para quem não quer Lula, nem Bolsonaro.

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