A red card

Ainda bem que o ex-super ministro avisou para que não restassem dúvidas para os menos avisados e para o sensível mercado.

“Como todos jornais deram isso hoje, que o presidente vai tirar dinheiro dos idosos, frágeis e vulneráveis para passar aos paupérrimos, o presidente repetiu o que tinha dito antes. E levantou um cartão vermelho, que não foi para mim. Conversei com o presidente hoje cedo. Lamentei muito essa interpretação”, disse o ministro, durante live do Painel TeleBrasil 2020.

Guedes afirmou que o Renda Brasil não era um programa que “tiraria de pobres para dar a paupérrimos”, e culpou a imprensa por fazer “ilações” e “distorcer” o programa da Economia.

Segundo Guedes, Bolsonaro barrou o Renda Brasil e a desvinculação de benefício assistenciais no Orçamento.

“Politicamente, o presidente sempre pode decidir por não seguir com a desindexação dos mais frágeis. Vamos continuar protegendo eles, com reajustes. Foi isto o que o presidente falou hoje: ‘Já que continuam dizendo que eu quero tirar dinheiro do pobre e idosos para fazer o Renda Brasil, então vou deixar muito claro que não vou fazer isso. Eu não vou tirar do pobre para dar ao paupérrimo’. Ele descredenciou a ideia do Renda Brasil. Não vai ter isso. ‘Até o fim do meu governo, não tem mais Renda Brasil, porque estão distorcendo tudo’.”

DO TL 

Justiça seja feita ao presidente Bolsonaro na fala de hoje; os jornalistas e a extrema imprensa não foram os únicos culpados. Sobrou para “alguém” da equipe econômica. Mas essa parte o Ministro Guedes preferiu não responder.

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