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Hoje completa 46 anos que o Porto-ilha de Areia Branca era inaugurado pelo Ministro dos Transportes, Mário Andreazza, e pelo governador Corte Pereira.

Uma ilha artificial de aço e concreto foi construída no meio do oceano para resolver o problema do embarque de sal produzido nos pólos de Areia Branca e Macau, no Rio Grande do Norte, para onde o produto era encaminhado de barcaça e de lá transferido para os navios graneleiros que o transportam para as áreas de consumo.

O Terminal Salineiro de Areia Branca é um porto localizado no Oceano Atlântico, próximo ao litoral do Rio Grande do Norte. Fica localizado a 14 milhas náuticas (aproximadamente 26 km) da costa de Areia Branca, a 330 km da capital estadual, Natal. Inaugurado em 2 de setembro de 1974, é administrado pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern).

A construção do porto resultou da necessidade de suprir inicialmente a demanda de sal marinho no mercado interno brasileiro. Dentre as hipóteses analisadas prevaleceu a da execução do sistema ilha artificial, sendo o projeto elaborado pela empresa norte-americana Soros Associates Consulting Engineers.

HORA DE PRIVATIZAR

O Ministério da Infraestrutura já iniciou o processo de consulta e audiência públicas para arrendamento do terminal salineiro no Complexo Portuário de Areia Branca, dentro do programa nacional de privatização do governo.

O Terminal Salineiro é destinado à movimentação e armazenagem de granéis sólidos minerais, especialmente sal marinho. O Brasil é autossuficiente na produção de sal e ocupa a décima colocação no ranking de produtores mundiais. Cerca de 5,7 milhões de toneladas tiveram origem justamente no Rio Grande do Norte.

De acordo com o Ministério, os investimentos previstos para este empreendimento serão de R$ 162 milhões e estima-se a criação de 3.257 empregos gerados ao longo dos 25 anos do contrato de arrendamento, entre diretos, indiretos e efeito-renda.

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