Por Matheus Leitão da Veja

O presidente Jair Bolsonaro  pretende ir à Assembleia Geral da ONU, que acontece amanhã em Nova York, sem tomar vacina.

O número de mortos nos EUA supera 660 mil. No Brasil, beira os 590 mil.

Ao invés de demonstrar respeito às vítimas e se desculpar por sua incompetência, o que Bolsonaro faz é pedir para a ONU dar um “jeitinho” de aceitá-lo no evento mesmo sem vacina.

Em 2019, quando estreou no evento da ONU, o principal da agenda internacional, Bolsonaro demonstrou aos líderes estrangeiros uma personalidade truculenta. Ele jogou no lixo a imagem do Brasil como país capaz de estabelecer relações amigáveis com todos os demais membros da ONU ao atacar, por exemplo, a França, acusando o país europeu de ter uma aspiração colonial. Em outras ocasiões, Bolsonaro também ofendeu líderes do Chile, Argentina, China, Alemanha, Estados Unidos e de outras nações.

DO TL 

Hoje em sua live com o ministro Marcelo Queiroga (Saúde) disse que não precisa se vacinar porque tem um exame, comprovando alto índice de anticorpos para Covid-19 em seu organismo.

Queiroga riu e lembrou fala passada do chefe sobre ser …”imorrível”. “Não sei se é invariável…”..

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