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A alternativa desenvolvida por uma força tarefa da Polícia Federal do Rio Grande do Norte em conjunto com o Ministério Público Federal do RN, tendo inclusive liminar de busca e apreensão com ampla repercussão no maior desastre ambiental do país segue sem novidades.

E é uma das seis linhas de investigação hoje admitidas pela Marinha brasileira.

A novidade, agora, é a cobrança da mídia, comparando a grande operação a “fake news”.

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