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Apesar de dizer que não queria se meter na indicação para o Ministro da Educação, o ministro potiguar Fábio Faria tinha sim, suas preferências no cabo de guerra que se transformou a escolha semana passada.

Segundo o Valor, ele tinha o aval do Centrão e de empresários ligados à Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Feder era indicado do governador do Paraná, Ratinho Júnior, e do ministro das Comunicações, Fábio Faria, ambos do PSD.

Mas foi alijado da disputa após a ofensiva contrária ao seu nome capitaneada pelos evangélicos e olavistas.Bolsonaro tinha simpatia pelo nome do reitor do ITA, mas Correia teria reivindicado carta branca para formar sua equipe no MEC.

Ribeiro assumirá o MEC com o desafio de resolver problemas como o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o impasse sobre o ano letivo interrompido pela pandemia, e ao mesmo tempo terá de equacionar interesses dos olavistas e dos representantes do Centrão, que dividem espaços na pasta.

CENTRÃO CONTINUA COM 2º ESCALÃO

A expectativa é de que Ribeiro promova poucas mudanças no segundo escalão. Ele deve manter o Centrão no comando do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com orçamento de R$ 30 bilhões.

Há um mês, Marcelo Lopes da Ponte, ex-chefe de gabinete do presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), tomou posse na presidência do órgão.

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