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Do Estadão 

As iniciativas do Distrito Federal e do Rio de Janeiro de desobrigar o uso  estabelecem ruído significativo entre Estados e os Conselhos Nacionais de Secretários de Saúde (Conass e Conasems), que, ao longo da pandemia, se posicionaram de forma clara em defesa da ciência e apontaram equívocos em decisões do governo federal.

Há o temor de um efeito cascata, impulsionado pelo populismo eleitoral.

No Rio, a desobrigação das máscaras passou pela Alerj e municípios terão a palavra final.

No DF, onde pouco mais de 51% estão totalmente vacinados, a decisão veio por decreto de Ibaneis Rocha (MDB).

“É muito prematuro”, afirma o diretor financeiro do Conasems, Hisham Hamida.

 “Precisamos estar atentos às experiências frustrantes de alguns países que, acreditando ter superado os riscos, suspenderam a obrigatoriedade do uso de máscaras e tiveram recrudescimento de casos e de óbitos”, diz Carlos Lula, presidente do Conass.

DO TL 

O Rio Grande do Norte segue estimulando a vacinação, inclusive com obrigatoriedade de vacinação para funcionários públicos do estados e prestadores de serviço em empresas terceirizadas.

Quanto ao uso da máscara, não há qualquer sinalização que o RN permita o não uso da proteção. Pelo menos, por enquanto.

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