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Como foi a entrevista do Ministro Sérgio Moro no Roda Viva, da TV Cultura?

Previsível, com performance previsível do entrevistados, se esquivando das cascas de banana e provocações, sem cair em outras tantas. Aprovado com louvor.

Ou alguém imaginou que o Ministro iria declarar em rede nacional que acha um destempero do Presidente Bolsonaro mandar jornalista cara a boca ou tirar verba publicitária de um jornal como a Folha de São Paulo? Evidente que não. E por uma questão de hierarquia mesmo. Respeito até.

Foi claro sobre o que acha ser o papel de um Ministro e não é o de comentarista de todos os assuntos políticos e polêmicos que rondam um Governo. Um país.

Disse que não assinaria documento algum sobre sua não intenção de disputar eleições nos próximos anos. Realmente, pra quê, né? Assinar documento nunca foi garantia de intenção irrevogável alguma.

Desdenhou a “bobageira” da Vaza Jato e não fez mea culpa de qualquer ato como juiz. Alguém esperava diferente também?

A bancada não alisou e nem foi complacente como se chegou a imaginar. Foi dura, tratou vários temas espinhosos e replicou quando não se sentiu atendida com respostas pertinentes ao tema. Cumpriu seu papel.

Mas é claro que o team Moro criticou o comportamento dessa imprensa esquerdopata. Inclua-se aí a mulher do ministro, a advogada Rosângela Moro, que fez questão de elogiar o jornalista Felipe Moura Brasil com dois posts em seu Instagram.

“O único que fez pergunta pertinente!”

Depois em seu Twitter, o próprio Moro agradeceu a participação dos jornalistas “às vezes duros, mas dedicados”.

Malu Gaspar da revista Piauí, agradeceu à altura:

– Obrigada Ministro. E citou George Orwell : jornalismo é tudo aquilo que não se quer ver publicado. O resto é publicidade.

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