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Do Radar da Veja 

O Ministério do Desenvolvimento Regional, de Rogério Marinho, encontrou uma forma bastante particular de estimular o bom desempenho dos servidores da pasta.

Uma portaria da Secretaria-Executiva regulamentou nesta semana a “concessão de elogios aos servidores em efetivo exercício no âmbito do Ministério do Desenvolvimento Regional, pela prática de ato excepcional, de relevância profissional, humanitária e de interesse do bem comum”.

Nada de prêmio ou bônus por desempenho.

Na grave situação fiscal que o governo atravessa o jeito mesmo é dar aquele bom e velho tapinha nas costas e falar, muito bom! Parabéns! No Desenvolvimento Regional, no entanto, isso terá agora um ritual.

Segundo o documento, os elogios devem ser “propostos e fundamentados pela chefia imediata ou  autoridade superior, ou  se for o caso, pelo presidente de colegiado que originou o referido elogio” e serão concedidos através de portaria, “com posterior registro nos assentamentos funcionais do servidor.

O ministério lembra que são dignos dos elogios projetos, trabalhos e até “atos de bravura” devidamente comprovados — mas não “representa ação que redunde em elogio” assiduidade, pontualidade, disciplina e produtividade, já que são “atos que constituem deveres do servidor público”.

A portaria lembra, por fim, que os elogios, devidamente documentados, não surtirão efeitos financeiros ou progressão.

 

 

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