Secretário de Planejamento diz que folha em dia “não foi milagre, nem ajuda de Bolsonaro”

Sem dúvida um feito ao que se propôs o Governo Fátima Bezerra (PT) desde o início da gestão; pagar a folha do funcionalismo deixada em atraso pelo Governo Robinson Faria (PL), que a antecedeu.

Foi bandeira de campanha, promessa e grande “obra” a ser mostrada no palanque da reeleição.

Enfrentando a “narrativa bolsonarista” que o pagamento só foi possível graças aos recursos do Governo Federal enviados a pandemia do Coronavirus, o Governo reage, explicando com detalhes o dever de casa.

Hoje, o secretário Aldemir Freire (Planejamento) desenhou passo a passo em suas redes sociais e trouxe um novo elemento à opinião pública, o corte no repasse dos Poderes Legislativo e Judiciário.

Vejamos a explicação de Freire:

Aproveitando q hoje está caindo nas contas de aproximadamente 8,6 mil servidores os R$ 110 milhões da última parcela da dívida de R$ 1 BILHÃO herdada da gestão anterior, vou apresentar mais um motivo para a expressiva melhoria nas contas estaduais.

Vamos falar dos repasses aos poderes.

Nos primeiros 3 anos do (des)governo Robinson o Estado repassou R$ 5,3 bilhões (em valores atualizados pelo IPCA). Nos primeiros 3 anos da gestão @fatimabezerra  foram R$ 5,0 bilhões. Uma queda de R$ 300 milhões ou R$ 100 milhões/ano.

Em 2018 (ainda na transição) eu e @mineiroptrn conduzimos negociações com os poderes que suspendeu o pagamento de uma dívida judicializada no STF.

Em função de duodécimos não repassados pelo (des)governo Robinson, o Estado repassava um extra de R$ 110 milhões anos aos poderes.

Nos anos de 2019 e 2020 a supensão do pagamento dessa dívida implicou em uma economia de R$ 220 milhões, que devem ser adicionados aos R$ 300 milhões a menos de repasses do duodécimo anual. Portanto, obtivemos, com a ajuda de  @mineiroptrn , uma folga de caixa de R$ 500 milhões.

Fundamental nesse processo foi a aprovação de uma PEC na Assembléia Legislativa que limitou, entre outras coisas, o crescimento do duodécimo aos poderes. A PEC estabeleceu que o crescimento dos repasses seria proprocional à inflação ou ao crescimento da Receita Corrente Líquida.

Portanto, não se enganem: não foi milagre e não foi ajuda de Bolsonaro. É trabalho e planejamento que está levando o Rio Grande do Norte para o rumo certo. #RioGrandeComNorte

One thought on “Secretário de Planejamento diz que folha em dia “não foi milagre, nem ajuda de Bolsonaro”

  • 24 de maio de 2022 em 15:31
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    Pagar salario em dia eh uma obrigaçao do governo e nao do governador, quando Dona Fatima foi eleita ela sabia da divida , o povo eh mostre sua força agora reprivando Robson , simples assim, e espero que esse mesmo povo nao vote em Fatima e muito menos no vice de Robson , eu julgo assim meu voto eles nao vao ter nunca mais.

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