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A Ceap é uma cota destinada a custear as despesas de apoio ao trabalho legislativo, e seu valor varia de acordo com o Estado do congressista, com base na distância para Brasília.

Ela é dividida em 7 cifras, que vão desde o aluguel de imóveis para escritório político a gastos com alimentação e combustível, passagens, hospedagem e divulgação da atividade parlamentar.

O 2º maior gasto dos senadores, depois das passagens, foi com a contratação de “serviços de apoio ao parlamentar”, que pode incluir pesquisas, consultorias e marketing político, por exemplo. Foram usados R$ 4.931.972,90 nessa categoria.

O gasto com correspondência, por exemplo, é sempre umas das referências.

Em seu primeiro ano de mandato, um Senador potiguar; Styverson Valentim, do Podemos

Eis a lista dos outros 5 que mais gastaram com correspondências:

  • Ciro Nogueira (PP-PI): R$ 109.387,77;
  • Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE): R$ 85.353,07;
  • Otto Alencar (PSD-BA): R$ 79.875,04;
  • Elmano Férrer (Podemos-PI): R$ 69.597,57;
  • Styvenson Valentim (Podemos-RN): R$ 64.618,75.

Por outro lado, 3 senadores abriram mão desse gasto: Jorge Kajuru (Cidadania-GO), Weverton (PDT-MA) e Reguffe (Podemos-DF). Além destes, eis os 5 que menos usaram dinheiro para pagar os Correios.

 

* Dados do Poder 360. 

Comentários do Site

  1. Observanatal
    Responder

    O incrível é Styvenson usar correspondência, de se corresponder com alguém, de co-responder.
    O brucutu amado do RN, aquele que não viu alguém fraudar uma eleição no Senado, já pode abrir mão, já que se espelha em Reguffe.

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