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Depois de denunciado, há três anos, pela Procuradoria da República – com espalhafatosa cobertura publicitária – o ex-reitor Ivonildo Rego foi absolvido da prática de qualquer crime, em sentença prolatada pelo juiz Mário Jambo, na última sexta-feira.

A denúncia foi apresentada com grande aparato publicitário, que ressaltava a perda de R$ 21 milhões pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte  e responsabilizava o Ex-reitor e mais seis servidores da UFRN.

Agora, artesanalmente, Ivonildo Rego tenta divulgar a decisão final da Justiça decidindo que ele não cometeu crime. O autor de denúncia, procurador Rodrigo Telles de Souza, não se pronunciou. Consta que ele desfruta de um período de imersão em Boston, Estados Unidos.

Em março deste ano, os acusados já haviam sido absolvidos pelo juiz federal Janilsdon Bezerra, da prática de “improbidade administrativo”.

REPUTAÇÃO AMEAÇADA

O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN), quando atuava como verdadeira “máquina de destruir reputações”,  denunciou o ex-reitor da UFRN, José Ivonildo do Rêgo, e seis ex-dirigentes da instituição por irregularidades na contratação de uma empresa de tecnologia no ano de 2011, por um “contrato ilegal”  que gerou R$ 21 milhões em prejuízos para a universidade.

De acordo com o MPF, o contrato, que concedia a exploração dos sistemas integrados da universidade por cinco anos, não teve licitação com a empresa de tecnologia SIG Software & Consultoria em Tecnologia da Informação Ltda, que pertencia ao então diretor de sistemas da universidade, Gleydson de Azevedo Ferreira Lima. Ainda de acordo com o MPF, o contrato foi assinado em 25 de maio de 2011, três dias antes do fim do mandato de Ivonildo Rêgo como reitor. A denúncia ainda afirma que foram utilizados durante o processo de contratação documentos falsos, com o conhecimento do ex-reitor e dos demais réus.

 

 

 

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