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A semana termina movimentada com troca de ministros , verborragia de ministro, jornalista vítima de assedio, visita polêmica ao Vaticano. E o que elas têm a ver com o nosso santo final de semana que se aproxima?

Tudo e nada. Tudo porque, certamente, será pauta nos almoços de família e nas conversas de bar pré-carnavalescas.

A previsão é que os assuntos não sejam conhecidos em seu mérito, mas dividirão os presentes entre contra e a favor. Entre a turma vermelhinha da esquerda e os bolsominions de plantão. Triste fim restritivo da humanidade, Batman.

Senão vejamos os três casos mais palpitantes da semana.

A jornalista Patricia Campos Mello, da Folha, foi acusada na CPMI do Congresso Nacional  por uma fonte de ter tentado trocar sexo por informação. Esse é o fato.

A narrativa?

Jornalista petralha quis fazer matéria para f#$@% Bolsonaro e o feitiço virou contra o feiticeiro. Topou até em trocar o próprio corpo por informação. 

A versão padece de lógica, de provas e de informar a mudança de comportamento da fonte Hans Rover. Qual a mão que balançou o berço dessa mudança do cara que movimentou CPFs falsos na campanha de 2018.

A questão  não e direita X esquerda. Mas verdade X mentira. Bom caráter X Mau caráter. E isso não tem lado na estrada, nem na política.

O ministro da Economia, Paulo Guedes declarou que os críticos ao dólar alto estão sentindo falta de ir a Disney 3 a 4 vezes anos ano, incluindo as empregas domésticas. 

A narrativa?

Reacesa a guerra pobre X rico e vice versa. O Governo Bolsonaro inteiro é contra pobre e tem seus dias de Justo Veríssimo, aquele político do programa de Chico Anysio, que tinha “ódio a pobre”. 

Na verdade, a frase do Ministro Guedes foi infeliz e ele reconhece a dificuldade com palavras. Algo comum com a turma que vive no mundo dos números, planilhas e índices. Como na fala dos “parasitas”, ele reconheceu. Até tentou colocar a culpa na imprensa, mas do seu jeito, reconheceu. Os seus seguidores, não. Continuam brigando, duelando e agredindo o vento em nome de uma classe produtora, que leva o país de parasitas … nas costas.

Reconhecer erros é algo que deveria dignificar e enobrecer os seres humanos. Os que estão em posição de destaque, com capacidade de influenciar pessoas, ainda mais.

O Papa Francisco recebe no Vaticano a visita do ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva. 

A narrativa?

Papa (vermelho) recebe um condenado da Justiça, que deve ser excomungado, segregado, morrer na cadeia e sofrer as consequências legais, penais, morais com consequências até a última geração de sua família. 

O Papa é um lider religioso. O partido dele é o da Igreja Católica Apostólica Romana, que é regido pelo “estatuto” do Evangelho, inserido na Bíblia Sagrada – livro mais lido do mundo. Seu Líder maior e Inspiração divina é Jesus Cristo, um homem que morreu condenado, crucificado e injustiçado pelos homens poderosos de sua época. Um Homem que pregou o Bem pelo Bem, que pregou acolher o irmão como a si mesmo, que pregou dá a outra face quando a primeira é agredida, que aceitou uma prostituta entre seus seguidores, que abriu os olhos de seu povo contra os fariseus.

Ao receber Lula, o Papa Francisco não se mostra de esquerda ou direita, mas CRISTÃO. Quem frequenta a Igreja e vive o Evangelho, deveria saber disso.

A imagem com Lula é de misericórdia divina, vez que a dos homens está cada vez mais mais difícil de entender/alcançar/encontrar.

 

 

 

 

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