Harmonização Vinho e Comida – Strogonoff de cogumelos harmoniza com quais vinhos?

16 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A STROGONOFE

Os vinhos ideais para harmonização são os tintos franceses do Vale do Rhône, especificamente os Cornas; se a opção for por vinhos do Novo Mundo, os Shiraz australianos podem ser uma boa escolha.

Vinho e Música – The Look of Love por Trijntje Oosterhuis

16 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A canção The Look of Love interpretada por por Trijntje Oosterhuis pede para harmonizar um tinto de Merlot elegante, como os da região de Bolgheri, na Itália

A Cabernet Franc na Argentina e os novos vinhos que vão dar o que falar

16 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A CABERNET FRANC DEF

A Cabernet Franc continua sendo uma das grandes apostas dos enólogos da Argentina e embora muitas vinícolas estejam expandindo a área nos últimos anos, a realidade é que ela ainda ocupa uma área marginal. Para se ter uma ideia, existem apenas 1.000 hectares cultivados em comparação com os mais de 40.000 em Malbec.
No entanto, a boa consistência e a alta qualidade alcançadas com essa cepa – e que impressionam cada vez mais os críticos internacionais – motivam os enólogos a colocar muito foco nessa casta quando se trata de produzir vinhos de alta gama. Não pensando nisso como um grande negócio, mas como uma maneira de continuar ganhando prestígio.

CF MENDEL

Mendel Cabernet Franc 2017

O Mendel Cabernet Franc 2017 é elaborado com uvas de um vinhedo próprio localizado em Paraje Altamira, Vale de Uco, pelo famoso enólogo argentino Roberto de la Mota. É um vinho elegante e sofisticado. Coexistem em sua paleta aromática aromas de frutas vermelhos  maduras (framboesas, cerejas), com notas de especiarias picantes, mas bem delicadas, típica da casta, que aporta frescor e complexidade. E no palato, ele oferece uma estrutura muito boa, taninos finos e maduros, com uma textura sedosa e de muita elegância. Mendel Cabernet Franc é o exemplo do que essa casta pode dar no inigualável terroir de Paraje Altamira.

Don Melchor é lançado como vinícola independente

16 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A CONCHA DEF

Agora em 2019, quando se comemoram 30 anos desse famoso vinho chileno, segundo o site Wine Business, a Concha y Toro anunciou o lançamento do Don Melchor como vinícola independente, destacada do portifólio da CyT. Don Melchor foi criado em 1987 pela família Guilisasti de Concha y Toro e recebeu o nome de seu antepassado na indústria vinícola chilena. Criado a partir do Produzido a partir de uvas do renomado Vinhedo Puente Alto, no alto vale de Maipo (de onde também surgem o Almaviva, o Silêncio da Cono Sur e o Viñedo Chadwick), Don Melchor foi o primeiro vinho ícone a mostrar o profundo potencial de qualidade do Chile e obteve aprovação mundial da Cabernet Sauvignon chilena como vinho de colecionador. Note-se que desde a safra 2010 que o nome da Viña Concha y Toro já havia sido retirado junto com uma faixa preta da parte inferior do rótulo desse vinho. A partir da safra 2017, lançada esse ano, o objetivo é que “seja uma vinícola produzindo um único vinho que seja a expressão máxima do terroir de Puente Alto”, conforme explica seu enólogo há mais de 20 anos, Enrique Tirado. A meta para o futuro se baseará nos três pilares fundamentais que diferenciam Don Melchor: sua impecável herança e história; seu terroir único; e uma profunda compreensão e domínio da vinificação que define o vinho. O Don Melchor 2017 é 98% Cabernet Sauvignon e 2% Cabernet Franc, e passou 15 meses em barricas de carvalho francês (67% no primeiro uso e 33% no segundo uso).

Por: Marcos Adair

Mudanças climáticas podem reduzir a capacidade do solo de absorver água e ameaçar a produção de alimentos

16 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A MUDANÇA DEF

As mudanças climáticas estão degradando a capacidade dos solos de absorver água, de acordo com um estudo publicado na revista Science Advances. Conforme noticiado pela revista Newsweek, isso pode ter implicações para o aquecimento global, porque a água no solo desempenha um papel importante no armazenamento de dióxido de carbono – o gás mais importante no efeito estufa. Os aumentos de CO2 na atmosfera estão ajudando a aquecer o planeta devido ao seu efeito de captura de calor. Espera-se que as mudanças climáticas tragam aumento de chuvas para certas regiões do mundo, o que, juntamente com outras mudanças ambientais, poderia levar a menos infiltração de água no solo. “Como os padrões de chuva e outras condições ambientais estão mudando globalmente como resultado das mudanças climáticas, nossos resultados sugerem que a forma como a água interage com o solo pode mudar consideravelmente em muitas partes do mundo, e fazê-lo rapidamente”, disse o co-autor Daniel Giménez, um cientista do solo da Universidade Rutgers. Os pesquisadores dizem que o impacto nos solos da mudança climática pode ter implicações significativas no abastecimento de água subterrânea, produção de alimentos, comportamento do escoamento da água devido às tempestades e funcionamento dos ecossistemas. “Em muitas partes do mundo, a produção agrícola depende inteiramente das chuvas. A produção de alimentos é ameaçada se o padrão das chuvas mudar ou o solo não puder absorver tanta água como antes. Isso levaria à insegurança alimentar quando a produção de alimentos não for suficiente para satisfazer as necessidades da população”, alerta Daniel Giménez.

Por: Marcos Adair

Os 10 “best value” em Pinot Noir do mundo

16 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A PINOT NOIR NO MUNDO

Existem muitos clichês no mundo do vinho e um deles é que “você precisa cavar fundo para comprar um Pinot Noir bom e barato”. A Pinot Noir é uma uva difícil de cultivar, é temperamental na vinícola e precisa de muito cuidado e atenção para fazer um bom vinho. A apoteose de Pinot é, obviamente, a Borgonha, onde as fileiras de videiras das uvas são verdadeiras joias e os preços podem atingir e exceder o valor de um carro. Atualmente, o Domaine da Romanée-Conti tem um preço médio global, sem impostos, de mais de 20.600 dólares. Três garrafas dariam para comprar uma excelente casa. Além da Borgonha, os EUA fazem grandes Pinots, e pode-se obter ótimos exemplos na Austrália, na Alemanha e no Chile. Todavia, a grande surpresa mesmo tem sido a Nova Zelândia. Ela é mais famosa por seu Sauvignon Blanc de Marlborough, mas, há cerca de 10 anos, ficou claro que a Pinot da Nova Zelândia não era apenas de ótima qualidade, e, comparado à Borgonha, também é um belo custo-benefício. O site wine-searcher alistou os 10 melhores custo-benefício em vinhos varietais de Pinot Noir do mundo e não é à toa que a Nova Zelândia domina de forma esmagadora essa lista, com nada menos que nove dos dez vinhos. Eis a lista completa:

01 – 2015 Greenhough Hope Vineyard Pinot Noir, Nelson, New Zealand – 4.33

02 – 2014 Nautilus Estate Southern Valleys Pinot Noir, Marlborough, New Zealand – 3.17

03 – 2014 Dog Point Pinot Noir, Marlborough, New Zealand – 2.97

04 – 2013 Escarpment Pinot Noir, Martinborough, New Zealand – 2.97

05 – 2015 Craggy Range Te Muna Road Vineyard Pinot Noir, Martinborough, New Zealand – 2.45

06 – 2014 Escarpment Kupe Pinot Noir, Martinborough, New Zealand – 1.55

07 – 2013 Ata Rangi Pinot Noir, Martinborough, New Zealand – 1.54

08 – 2015 Patz & Hall Chenoweth Ranch Pinot Noir, Russian River Valley – 1.52

09 – 2012 Felton Road Calvert Pinot Noir, Bannockburn, New Zealand – 1.47

10 – 2014 Ata Rangi Pinot Noir, Martinborough, New Zealand – 1.42

Por: Marcos Adair

Vinho e Música – That’s what friends are for por Trintje Oosterhuits

15 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A canção That’s what friends are for interpretada por Trijntje Oosterhuits pede para harmonizar um bom tinto de Bordeaux, de Saint Émilion, de preferência.

Os Tre Bicchieri 2020. Os melhores vinhos do Alto Adige

15 de setembro de 2019 por Elmano Marques

ALTO

Como todos os anos, setembro é o mês em que os famosos ” Tre Bicchieri ” premiados pelo Gambero Rosso são publicados. Há 10 (dez) vinhos do Alto Adige que obtiveram o Tre Bicchieri no guia Vini d’Italia 2020 del Gambero Rosso. Ei-los:

  • Alto Adige Valle Isarco Sylvaner R 2018, Kofererhof
  • Alto Adige Sauvignon Riserva Renaissance 2016, Gumphof
  • Alto Adige Valle Isarco Sylvaner Alte Rebe 2018. Pacherhof
  • Alto Adige Valle Isarco Pinot Grigio Alte Rebe 2018, Kofererhof
  • Alto Adige Muller-Thurgau Feldmarschall von Fenner 2018, Tiefenbrunner
  • Alto Adige Pinot Bianco Sirmian 2018, Nals Magreid
  • Mitterberg Schiava Granit 2018, Hartmann Donà
  • Mitterberg Schiava Phyllit 2018, Hartmann Donà
  • Vino Rosso Elda 2015, Nusserhof
  • Alto Adige Schiava Gschleier Alte Rebe 2018, Girlan

Especial maiores exportadores de vinho para a China: 5. O vinho italiano

15 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A VINI

A Itália é atualmente o maior produtor de vinho do mundo, posição que, no decorrer dos anos, costuma alternar com a França. É também o segundo maior exportador de vinho do planeta e, é claro, não poderia ignorar o importante mercado chinês. Para tanto, desde o ano de 2016, segundo a revista Adega, as vinícolas italianas estão se adaptando ao e-commerce, para se tornarem concorrentes mais fortes, já que as vendas “on-line” não eram uma especialidade da grande maioria dos pequenos produtores italianos. Por outro lado, assim como aconteceu com Bordeaux, os chineses já estão comprando vinícolas na Itália, embora em menor quantidade. Em 2013, por exemplo, numa negociação cujos valores e o nome do comprador não foram divulgados, a fazenda Casanova La Ripintura passou a ser propriedade de um empresário da indústria farmacêutica de Hong Kong. O vinhedo é um dos 600 que compõem o Consórcio Chianti Clássico Gallo Nero, que, ao lado do Consórcio Vino Chianti, é o mais importante no controle da produção desse tipo de vinho. A venda causou polêmica, dado o risco de invasão de aquisições, como aconteceu na França. A Itália consta como o quarto país que mais exporta vinhos para a China, atrás da França, Austrália e Chile. Registrou um aumento em seu preço médio de importação para a China e conseguiu aumentar seu valor em 2018, apesar de um volume de importações praticamente inalterado. Naquele ano, a China importou 168,4 milhões de dólares em vinhos italianos, totalizando 36,03 milhões de litros. Sua posição subiu por um ponto, deixando-a com uma quota de mercado total de 6,3%. Os EUA ainda são o principal mercado dos vinhos italianos.

Por: Marcos Adair

 

Veuve Clicquot anunciou seu novo mestre de adega

15 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A VIUVA

Conforme informou o site The Drink Business, a tradicional casa de Champagne Veuve Clicquot anunciou que Didier Mariotti se juntará à sua equipe com seu novo mestre de adega. Ele trabalhará com o produtor de vinhos Dominique Demarville em um período de transição até o final do ano, antes de assumir o controle total a partir de 1º de janeiro de 2020. Didier Mariotti possui 48 anos de idade, é engenheiro agrônomo e enólogo treinado. Há 25 anos vem fazendo uma respeitável carreira no mundo do Champanhe. Começou seus trabalhos na Nicholas Feuillatte, passou pela Moët et Chandon, depois mudou para a Mumm, tornou-se vice-enólogo e foi promovido a enólogo-chefe em 2009.  Jean-Marc Gallot, presidente e CEO da Veuve Clicquot, falou a respeito da transição do mestre de adega: “Gostaria de agradecer sinceramente a Dominique Demarville por sua grande contribuição nos últimos 13 anos à qualidade reconhecida por unanimidade dos nossos vinhos, bem como à influência da maison em todo o mundo ”. Quando Mariotti, por fim, assumir o controle interino da casa, Demarville deixará a Veuve e irá se juntar à equipe da Laurent-Perrier.

 Por: Marcos Adair