19 de março de 2010 às 07:05

Vinho e Chocolate:harmonização perfeita

Publicado em Degustando & Servindo

CHOCLATE DE VINHO III

A Harmonização Perfeita, assim é como está sendo chamada a caixa de chocolates Maridajes de Autor, lançada na Espanha  pelo fabricante Valor(casa produtora com mais de 100 anos). Os bombons são o equilíbrio perfeito entre o chocolate e os vinhos do produtor Enrique Mendoza.

Os chocolates são de quatro tipos:

CHOCOLATE DE VINHO

Merlot – Maduro e elegante na  boca, une toda a potencia do chocolate negro 70 % com a personalidade  de um crianza, combinado com um sofisticado toque esmeralda.

Monastrell – Este refrescante chocolate é reforçado por seu aroma de frutas. A inesperada mistura dos chocolates  com leite e negro 70 % com  vinho Monastrell, oferece doces taninos de prazer.

Santa Rosa – O reserva mais emblemático de Enrique Mendoza foi recoberto de chocolate negro com 70 % para, segundo o fabricante, coroa-lo com uma caricia vermelho rubi. A assemsamblaje de Cabernet, Merlot y Shiraz aporta grade  potencia e  elegância.

Dolç – A proposta mais doce contrasta o vinho de taninos suavizados com o chocolate negro com 70 % de cacau.. Recoberto de chocolate com leite e finalizado com um toque ouro, surpreende pelos tostados e defumados que surgem no retrogosto.



18 de março de 2010 às 12:05

Meerlust Rubicon 2003

Publicado em Vinhos que se devem beber para Viver e Festejar a Vida

MEERLUST RUBICON

País: África do Sul

Região: Stellenbosch

Castas: Cabernet Sauvignon (70%); Merlot(20%); Cabernet Franc(10%)

No Visual: Vermelho rubi, intenso, opaco e concentrado. Lágrimas bem estruturadas, lentas e copiosas.

No Olfativo: Paleta olfativa complexa,  revela  notas de frutas como cassis no nariz, cereja preta, groselha, couro,  pinho e  carvalho.

No Gustativo: Encorpado estruturado com um núcleo de fruta concentrados envolto por exuberantes taninos ricos e elegantes, maduros, mas com ótima acidez.  Harmônico, elegante.

Enogastronomia : Aves, caças e fois-gras. Onde Comprar: Wine.com.br

Preço:R$270.00



18 de março de 2010 às 07:05

Degustação de Alvarinhos

Publicado em Degustando & Servindo

DEGUSTAÇÃO DE ALVARINHOS_640x426

Durante a visita ao Solar do Alvarinho foram degustados os seguintes vinhos:

Adega do Sossego 2008

No Visual: Cor amarelo citrino, límpido, brilhante.

No olfativo: Paleta aromática com fruta jovem e definida.

No Gustativo: Acidez viva e bem estruturada. Harmonia de conjunto

Quintas do Melgaço 2008

No Visual: Cor amarelo palha, límpido, brilhante.

No olfativo: Paleta com muito bom aroma, delicado na fruta, complexo.

No Gustativo: Muito boa acidez, macia, evidencia a fruta na boca. O final é fresco e longo. Bom exemplar da casta

Soalheiro Alvarinho 2009

No Visual: Cor amarelo citrino com tons esverdeados

No olfativo: Complexidade aromática  que se traduz em notas de vegetal fresco ao lado de um componente mineral (pederneira). As frutas se apresentam de forma por demais evidentes, em boa dose, variando de notas cítricas  (lima, limão) ao maracujá extremamente expressivo, além se frutas de polpa branca.


No Gustativo: Acidez viva e muito bem colocada, refrescante, embalada na polpa da fruta bem madura, no componente mineral  além de um vegetal fresco, em final longo e de bela persistência.

Casa do Midão 2009

No Visual: Cor amarelo citrino límpido, brilhante

No olfativo: Complexidade aromática  que se traduz em notas delicadas de frutas, notadamente abacaxi e minerais.
No Gustativo: Bom volume de boca, envolvente, quase meloso, mas com uma fresca acidez a equilibrar a doçura do fruto e ligeiro toque de vegetal amargo no final.

Dourado Superior 2007

No Visual: Cor amarelo citrino com reflexos esverdeados.

No olfativo: Complexidade aromática  que se traduz em notas com notas frutadas (pêra e maçã). Presença de especiarias e florais.
No Gustativo: Fresca acidez equilibrando a doçura  do fruto e ligeiro toque de vegetal amargo no final.

Alvaianas Alvarinho 2008

No Visual: Cor amarelo palha, límpido, brilhante

No olfativo:
Aromas perceptíveis de frutas tropicais, notadamente maracujá e abacaxi. Notas florais refrescantes.


No Gustativo: Acidez viva e refrescante, envolta na polpa da fruta bem madura. Final longo e de bela persistência.

Alvarinho Touquinheira 2008

No Visual: Cor amarelo palha, límpido, brilhante.

No olfativo: Boa presença aromática  de frutas cítricas e otas florais refrescantes.

No Gustativo: Acidez viva e refrescante, envolta na polpa da fruta bem madura. Final longo e harmônico.



17 de março de 2010 às 09:16

Solar do Alvarinho

Publicado em Sem categoria

SOLAR DO ALVARINHO DEF_640x480

O Solar do Alvarinho localiza-se em Melgaço, (Largo Hermenegildo Solheiro – Melgaço) e é um espaço dedicado a um dos mais nobres produtos da região do Minho: o vinho Alvarinho. Este edifício de 3 Arcos  está situado numa antiga casa medieval, na parte histórica de Melgaço. É uma instituição de apoio à divulgação e promoção do vinho Alvarinho e o local indicado para provar, gratuitamente, a generalidade dos Alvarinhos desta região e ter uma visão apaixonante destes vinhos, únicos no mundo, sem, obrigatoriamente, visitar todas as Quintas.  Além do mais, conta com funcionários altamente qualificados, tecnicamente bem preparados e extremamente gentis, caso do Sr. Jorge Souza e da Senhora Sara Fernandes.

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O Solar do Alvarinho dispõe nas suas instalações de Auditório, Wine Bar e Loja para venda de vinhos e produtos da região além de uma muito bem decorada e confortável Sala de Degustação.  Por ocasião da visita do Editor do Blog ao Solar do Alvarinho foram degustados os seguintes vinhos:



17 de março de 2010 às 07:05

Os Vinhos Verdes do Minho

Publicado em Falando sobre Vinhos

VINHOS VERDES

A região do Vinho Verde é situada na parte mais ao norte de Portugal, sendo delimitada por quatro importantes acidentes geográficos: o Rio Minho, ao norte; Rio Douro, ao Sul; o Oceano Atlântico, a oeste e as formações montanhosas, ao leste. Exclusivo de Portugal, especificamente do território conhecido como  Minho, na parte noroeste do país, os vinhos verdes surpreendem todos aqueles que, ao esperar apreciar um vinho de cor verde, se depara com um vinho branco, uma vez que a cor não deu origem ao nome, e muitas são as justificativas, tentando explicar tal denominação. As mais antigas referências a eles são dos romanos Sêneca (filósofo) e Plínio (naturalista). Segundo historiadores, a  denominação vinho verde está relacionada ao fato de  ser originária de uma região de frondosidade perenemente verdejante e fresca , pluviosa no inverno, de verões amenos e relevo acidentado.  Relatam outros, no entanto, que o nome deriva da frescura da juventude do próprio vinho, uma vez que  se bebe “novo”, logo no ano seguinte ao da colheita. E, assim, ao contrário do que ocorre com a maioria dos  vinhos, ele não envelhece, “não amadurece” em longos estágios em barricas de carvalho, sendo jovem nas características e breve na duração da vida. A região foi delimitada, originalmente, em 1908 e, em 1929, definida como  demarcada. Compreende seis sub-regiões: Monção, Lima, Basto, Braga, Amarante e Penafiel. Embora oficialmente estejam registrados tão somente 58.000 hectares, a Comissão de Vinho Verde calcula em 70.000 os hectares plantados. Na região, há 100.000 agricultores cadastrados e, destes, 90.000 se consideram vitivinicultores, ainda  que as videiras, que cultivam, produzam unicamente uma barrica de vinho.  O Vinho Verde é um vinho único no mundo, muito fresco, acídulo, rico em aromas e com uma certa efervescência batizada de agulha. Esse característico toque de acidez está sempre presente como uma particularidade unicamente sua, juntamente com o frescor e seus aromas delicados. Brancos (os melhores e mais famosos) ou Tintos, com graduação alcoólica de 8-11, 5º, sendo o tinto mais gasoso que o branco, usam castas específicas. Para os brancos, as principais uvas são Alvarinho, Avesso, Trajadura, Loureiro, Pedernã, Azal Branco e Batoca.

VINHÃO

Nos tintos, são usadas as cepas Rabo-de-Ovelha, Azal-Tinto, Borraçal  e Pedral. Os vinhos verdes tintos, ao contrário de outros caldos tintos, podem ser resfriados com sutileza, conservando os sabores agradáveis das castas que lhe deram origem e evidenciando melhor suas propriedades e qualidades. De tons violáceos, com taninos que provocam uma marcada adstringência, tem muito boa aceitação em Portugal, sendo pouco conhecido e apreciado em outros países.

VINHEDOS DE VINHO VERDE

Quando a cepa é mencionada no rótulo, a legislação exige que represente pelo menos 85% da composição do mosto. O vinho verde, pelas suas próprias características, não é um vinho para degustar ou meditar. É, sim, um vinho fresco, que abre o apetite. O vinho verde de outrora, muito ácido, de aspereza única, semelhante ao vinho  Riesling de Mosel(Alemanha), agrada somente a uma pequena minoria(a maioria prefere vinhos secos e suaves), normalmente só é encontrado nas Quintas Portuguesas. A acidez o faz ideal para acompanhar mariscos, peixes, lagostas, lagostins e bacalhau.

Nas tabernas típicas portuguesas, por vezes, se encontra, entre canecas de porcelana branca onde são servidos vinhos verdes para atenuar o calor do verão, um pergaminho emoldurado, datado de 1876, com uma frase do famoso químico e expert em vinhos Antonio Augusto de Aguiar, que descreve perfeitamente o vinho verde e suas propriedades: “O vinho verde é o mais curioso de todos os vinhos. É original, jovem, refrescante e dietético. Não embebeda. Por isso, todos gostam. Sabe respeitar a inteligência”. E como nenhuma prova de respeito à inteligência se sobrepõe a aquela de ver o mundo como ele é, o vinho verde permite ao homem entender que a inteligência não poderá jamais representar muito tempo o papel do coração.  Sabendo que o vinho é um produto da terra, da casta e do homem, é fácil perceber que no Minho, Deus não somente doou um microclima especial, favorável ao cultivo da vinha e a produção de vinhos. Deus deu ao Minho, a Alvarinho e a Portugal os Vinhos Verdes, verdadeiras Esmeraldas Portuguesas.



16 de março de 2010 às 11:05

Coincidência de premiação revela os grandes vinhos portugueses de 2009

Publicado em Enonotas

CHARME

Coincidência de premiação na “Revista de Vinhos”(Prêmios de Excelência) e no Ranking Final  da “Wine – Essência do Vinho”, revela os  grandes vinhos portugueses de 2009. Ei-los:

Charme 2007

CV – Curriculum Vitae 2007

Pintas 2007

Quinta do Crasto Vinha Maria Tereza 2007

Quinta do Vale do Meão 2007

Quinta do Noval 2007

Quinta do Vesúvio 2007

Scala Coelli 2007

Robustus 2007

Quinta do Crasto Vinha da Ponte 2007

Dow´s Vintage 2007

Fonseca Vintage 2007

Graham`s Vintage 2007

Taylor´s Vintage 2007



16 de março de 2010 às 05:55

Torello Cava Brut Gran Reserva vestido por Custo Barcelona

Publicado em Curiosidades

CAVA VESTIDA

O renomado designer de moda Custo Barcelona vestiu a garrafa de um novo Cava : o Torello Cava Brut Gran Reserva.
Com este projeto original, em que usou muita cor  e negrito, Custo Barcelona presta homenagem especial à vida que vem em uma garrafa de cava, a criação de bolhas mágicas pela ação emocionante de leveduras.
Esta edição limitada  de Torello Cava Brut por Custo Barcelona, foi elaborada principalmente, com a variedade de castas Xarel.lo, de vinhas com  mais de 30 anos e manteve-se, em  envelhecimento, durante 30 meses de na adega.
Assim, Torello por Custo Barcelona é o primeiro cava que foi vestida por um estilista de moda internacional. As garrafas estarão á venda  a partir do próximo dia 22 de março na Feria Alimentaria 2010, ao preço de 29 euros.



16 de março de 2010 às 00:05

Garrafa Decanter que evita resíduos

Publicado em Enonotas

GARRAFA DECANTER

Ao servir a última parte do conteúdo de uma garrafa é normal que os sedimentos ou outras impurezas caiam no copo. Para evitar este problema, Martin Berasategui (o chef basco com três estrelas Michelin), criou uma garrafa de vinho que mantém os resíduos.
O design foi desenvolvido  com o apoio de Christopher Berzosa Bodega (Restaurante ‘Boecillo’, Valladolid) e do escritor e chef Flavio Morganti (restaurante «Galileo», em Ourense).
A nova garrafa  é capaz de decantar as impurezas, de modo que os resíduos  fiquem  em segundo plano, pois seu desenho permite um efeito de vácuo.

Fonte: El Gran Catador



15 de março de 2010 às 07:05

Coleção “Grandes Divas del Cine Mundial”

Publicado em Enonotas

GRANDES DIVAS DEL CINE

A bodega espanhola Viña Extremeña (Extremadura) lançou mais uma das suas coleções comemorativas, desta vez dedicada as “Grandes Divas del Cine Mundial”. Com essa coleção a vinícola pretende homenagear três grandes atrizes de cinema, imortais por seu estilo, sua história e por suas carreiras cinematográficas: Audrey Hepburn, Grace Kelly e Marlene Dietrich. As etiquetas dos vinhos foram pintadas pelo artista valenciano Antônio de Felipe, um dos principais artistas da Pop Art atual.

Os vinhos que fazem parte da coleção são os vinhos Corte Real(50% Cabernet Sauvignon, 50% Tempranillo.Crianza: 24 meses em barricas de carvalho americano e francês) e vem acondicionados em um elegante estojo acompanhado de um livro onde estão registradas as biografias das três atrizes. No Brasil os vinhos estão sendo comercializados através do site  Meu Vinho(www.meuvinho.com.br)



15 de março de 2010 às 00:05

O Bacalhau à Lagareiro harmoniza com quais vinhos ?

Publicado em Harmonização Vinho e Comida

BACALHAU A LAGAREIROII

Em Portugal se diz que “Bacalhau não é peixe nem é carne”, assim, a harmonização tanto pode ser feita com vinhos brancos como com tintos. No caso do Bacalhau à Lagareiro,(feito com lombo de bacalhau  assado, de preferência nas brasas, com batatas e cebolas também assadas e regado com bom azeite), o que se deve procurar é o equilíbrio entre o prato, o vinho e o paladar. No caso de se optar por brancos portugueses, os vinhos ideais para harmonização seriam brancos com corpo como os da Bairrada ou do Douro, ou com um belo vinho de  Arinto, de Bucelas  ou Antão Vaz do Alentejo. Se a opção for brancos do Novo Mundo os Chardonnay barricados seriam o ideal. No caso da escolha recair sobre vinhos tintos, os do Dão, feitos com Touriga Nacional seriam a escolha perfeita.

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Tribuna do Norte