Cinco dietas populares que permitem beber vinho – 3. Dieta anti-inflamatória

31 de maio de 2019 por Elmano Marques

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Selection of food that is good for the heart, rustic wood background

O que diferencia a dieta anti-inflamatória das outras é a razão pela qual ela leva esse nome: a inflamação pode se manifestar no corpo de várias maneiras, incluindo artrite, asma, doenças cardíacas, ganho excessivo de peso, problemas intestinais, problemas de pele, dentre outros.  O objetivo é consumir alimentos que aumentem a defesa do organismo e que combatam a inflamação causada pela ingestão de alimentos ricos em toxinas e substâncias pró-inflamatórias. Infelizmente, a dieta da maioria das pessoas é composta mais de alimentos pró-inflamatórios do que anti-inflamatórios, fazendo com que ocorra uma maior produção de substâncias que inflamam o corpo. Assim, semelhante à dieta mediterrânea, não existe uma lista específica de alimentos que se pode ou não comer, mas se trata de um roteiro para os tipos de coisas que se pode consumir, o que inclui folhas verdes, gorduras saudáveis, como peixes e nozes, alho, cebola, gengibre e também vinho com moderação. O vinho tinto, em particular, é considerado parte importante desta dieta porque contém naturalmente polifenóis anti-inflamatórios, como o resveratrol. As propriedades antioxidantes do vinho tinto podem ajudar a prevenir os danos dos radicais livres, que contribuem para a promoção da inflamação no corpo. É importante lembrar sempre que o consumo moderado de vinho é apenas parte da dieta balanceada, ou seja, ele por si só não possui antioxidantes que isoladamente sejam suficientes para causar impacto. Por outro lado, tentar beber vinho em excesso para aumentar esse benefício é altamente desaconselhável.

Por: Marcos Adair

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