Revolução verde na Moët Hennessy: adeus aos herbicidas até 2021, com foco na sustentabilidade

14 de fevereiro de 2020 por Elmano Marques

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CHANPAGNE

Revolução verde entre as linhas de Moët Hennessy, o setor de vinhos do grupo francês de luxo Lvmh, que anunciou a despedida do uso de herbicidas até 2021 em todas as suas vinhas, desde as de Cognac Hennessy até os 830 hectares de propriedade de Moët & Chandon, passando pelos de Krug, Ruinart, Dom Pérignon e Veuve Clicquot em Champagne, e Clos des Lambrays na Borgonha, Château Cheval Blanc em Saint Emilion e Château d’Yquem em Sauternes, mas também em Cloud Bay na Nova Zelândia , em Numanthia na Espanha, em Cape Mentelle na Austrália, em Terrazas dos Andes e Cheval des Andes na Argentina, em Newton Vineyards nos EUA e em Ao Yun na China. Centenas de hectares de vinhedos, onde a química deixará espaço para soluções alternativas e sustentáveis: Moët Hennessy de fato alocou 20 milhões de euros em um novo centro de pesquisa, que será construído em Champagne, dedicado à viticultura sustentável.
Além de trabalhar em suas próprias vinhas, Moët Hennessy disse que também trabalhará com seus fornecedores para incentivá-los e apoiá-los na certificação de sustentabilidade. Por meio de pesquisas, a empresa pretende criar uma “Universidade de Solos Vivos” para incentivar o compartilhamento de conhecimentos e melhores práticas no setor.

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