Arquivos da categoria ‘Falando sobre Vinhos’

Cinco Semillóns argentinos, de alto nível, para ter na adega (IV)

13 de fevereiro de 2018

SEMILLONS DEF

Dos mais de 1.000 hectares de Semillón  plantados na Argentina,  em 2002, atualmente são registrados apenas 766 hectares plantados com esta variedade. Houve, por conseguinte, uma perda significativa em área cultivada  de quase 25% nos últimos quinze anos. O paradoxo é que, apesar do recuo no cultivo das vinhas, a variedade está longe de ser esquecida.
Mais recentemente, nos últimos cinco anos, mais precisamente, a Semillón voltou ao centro da cena nas mãos de mais vinícolas que procuraram recuperar essa cepa chave da história do vinho argentino.Assim, cada vez mais enólogos apostam na casta, tendencia que repercute no surgimento de novos rótulos, que pela qualidade merecem estar na adega de todo enófilo que aprecia bons vinhos. O Blog Vino Divino Vino selecionou cinco Semillóns argentinos, de alto nível, para  ter na adega.

A LISA

A Lisa Semillón 2017 – Bodega Noemia

Dentre os brancos de Semillón é uma marca nova no mercado  e também é o primeiro vinho desta casta lançado por Hans Vinding-Diers, enólogo e proprietário do projeto Noemia.. É um branco com uma complexidade aromática envolvente, excelente tipicidade, que oferece frutas brancas, aromas de favo de mel. Ele teve parte da fermentação em barris. No paladar, recompensa com um longo, bom volume e sutil frescura.

Sete crenças sobre o vinho que não são inteiramente verdadeiras (VI)

12 de fevereiro de 2018

BLANCO VINO

Há algumas afirmações, com referência ao mundo do vinho, que de uma maneira geral são consideradas verdadeiras e não são tão verdadeiras assim. A realidade é que, por trás de tais afirmações, há um certo teor de verdade ou alguma história que as fez ser divulgadas e passar a fazer parte da “sabedoria popular”.
O Blog Vino Divino Vino, gostaria de compartilhar com com o leitor e enófilo, algumas dessas “verdades” e dizer em que elas estão ou são baseadas ou a quais histórias elas se referem.

BLANCO DOIS DEF

6 – Os vinhos brancos, obrigatoriamente, tem que ser bebidos no ano da colheita

Nas mais diversas regiões produtoras de vinho, no passado,  os  brancos não tinham alta qualidade. Geralmente eram vinhos em que havia bons frutos, mas muito pouca acidez.. Devido a isso, eram vinhos que no máximo, dois anos desde que sua produção evoluíam mal. Muitas vezes, os aromas de frutas frescas tornavam-se aromas de frutas secas (amêndoa amarga), por causa da má aptidão para o envelhecimento.
Mas, o que aconteceu quando quando os paises produtores  começaram a produzir vinhos com maior acidez e melhor qualidade? Os vinhos melhoraram sua qualidade  e hoje há Albariños, só para exemplificar, com mais de cinco anos que estão absolutamente perfeitos. Mas não só isso, as técnicas de cultivo e vinificação melhoraram. Agora, há brancos, barricados, que são magníficos até dez anos após a colheita.

Cinco Semillóns argentinos, de alto nível, para ter na adega (III)

12 de fevereiro de 2018

BLANCO SEMILLON DEF

Dos mais de 1.000 hectares de Semillón  plantados na Argentina,  em 2002, atualmente são registrados apenas 766 hectares plantados com esta variedade. Houve, por conseguinte, uma perda significativa em área cultivada  de quase 25% nos últimos quinze anos. O paradoxo é que, apesar do recuo no cultivo das vinhas, a variedade está longe de ser esquecida.
Mais recentemente, nos últimos cinco anos, mais precisamente, a Semillón voltou ao centro da cena nas mãos de mais vinícolas que procuraram recuperar essa cepa chave da história do vinho argentino.Assim, cada vez mais enólogos apostam na casta, tendencia que repercute no surgimento de novos rótulos, que pela qualidade merecem estar na adega de todo enófilo que aprecia bons vinhos. O Blog Vino Divino Vino selecionou cino Semillóns argentinos, de alto nível, para  ter na adega.

SIGNATURE DEF

3 – Marcelo Pelleriti Signature Semillón 2017

Elaborado com uvas de uma antiga vinha de Altamira, o vinho Marcelo Pelleriti Signature Semillón 2017 faz parte de uma edição limitada.Tem uma cor amarelo claro, brilhante e cristalina. É um vinho floral, notas de flores brancas e aromas sutis de pedra são percebidos. O paladar se destaca por sua acidez equilibrada e boa complexidade. É um vinho refrescante, complexo e elegante, com grande expressão varietal

Sete crenças sobre o vinho que não são inteiramente verdadeiras (V)

9 de fevereiro de 2018

OLD DEF

Há algumas afirmações, com referência ao mundo do vinho, que de uma maneira geral são consideradas verdadeiras e não são tão verdadeiras assim. A realidade é que, por trás de tais afirmações, há um certo teor de verdade ou alguma história que as fez ser divulgadas e passar a fazer parte da “sabedoria popular”.
O Blog Vino Divino Vino, gostaria de compartilhar com com o leitor e enófilo, algumas dessas “verdades” e dizer em que elas estão ou são baseadas ou a quais histórias elas se referem.

OLD DOIS DEF

5. Os vinhos melhoram com o tempo

 A afirmação seria correta se for feita uma leve modificação, para que a leitura fosse – alguns bons vinhos melhorem ao longo do tempo.
Isso porque para que um vinho tenha a capacidade de evoluir, deve ter pelo menos duas características: boa acidez e taninos suficientes.
Em um ambiente ácido, a bactéria que causaria uma má evolução do vinho não pode sobreviver. É claro que isso faz com que o vinho tenha uma certa capacidade de melhoria ao longo do tempo. A intensidade da fruta também é importante, pois diminuirá ao longo do tempo. Se se tem um vinho ácido, mas fraco, haverá uma má evolução.
O mesmo vale para o tanino (amargura e aspereza) do vinho. Se não houver taninos, o vinho a ser envelhecido no barril ficará cada vez mais deslavado e insípido.
Os vinhos jovens, como regra geral, são para  apreciá-los no ano ou no máximo no próximo, para que eles não tenham perdido sua vida.

Cinco Semillóns argentinos, de alto nível, para ter na adega (II)

9 de fevereiro de 2018

A TAÇA DE SEMILLON DEF

Dos mais de 1.000 hectares de Semillón  plantados na Argentina,  em 2002, atualmente são registrados apenas 766 hectares plantados com esta variedade. Houve, por conseguinte, uma perda significativa em área cultivada  de quase 25% nos últimos quinze anos. O paradoxo é que, apesar do recuo no cultivo das vinhas, a variedade está longe de ser esquecida.
Mais recentemente, nos últimos cinco anos, mais precisamente, a Semillón voltou ao centro da cena nas mãos de mais vinícolas que procuraram recuperar essa cepa chave da história do vinho argentino.Assim, cada vez mais enólogos apostam na casta, tendencia que repercute no surgimento de novos rótulos, que pela qualidade merecem estar na adega de todo enófilo que aprecia bons vinhos. O Blog Vino Divino Vino selecionou cinco Semillóns argentinos, de alto nível, para  ter na adega.

FINCA SUAREZ UM DEF

2 – Finca Suárez Semillón 2017 – Bodega Finca Suárez

A família Suárez  tem apenas um hectare desta variedade na sua vinha de Altamira, o que lhes permite produzir um vinho de edições limitadas que se tornou um dos melhores Semillóns do momento. Há uma tipicidade nele, mas não é extravagante. Marcado por notas de frutas brancas macias e mel, delicadas, é extremamente refrescante. O paladar é de um vinho de grande equilíbrio entre a untuosidade e acidez que o acompanha, de ponta a ponta.

 

O que são as fezes do vinho?

8 de fevereiro de 2018

FEZES UM DEF

Uma vez tenha terminado a fermentação alcoólica, o vinho é retirado dos tanques e, portanto, não tem mais contato com o sombrero (chapéu), que até então estava na parte superior do tanque e que é formado por peles, sementes, polpas …uma verdadeira massa.
FEZES DOIS DEF

Assim, quando o vinho é retirado, esse sombrero (chapéu), que nada mais é do que parte superior, sólida do vinho, desce, cai e permanece na parte inferior do tanque. O nome que recebe essa “massa” é de “fezes do vinho” ou de “lama” e pode ser usado para uma nova filtragem ou pode ser vendido aos alambiques para fazer ojuro(aguardente espanhola), grappa, e outros tipos de bebidas.

Fonte: http://www.lomejordelvinoderioja.com/

Cinco Semillóns argentinos, de alto nível, para ter na adega (I)

8 de fevereiro de 2018

A SEMILLON DEF

Dos mais de 1.000 hectares de Semillón  plantados na Argentina,  em 2002, atualmente são registrados apenas 766 hectares plantados com esta variedade. Houve, por conseguinte, uma perda significativa em área cultivada  de quase 25% nos últimos quinze anos. O paradoxo é que, apesar do recuo no cultivo das vinhas, a variedade está longe de ser esquecida.
Mais recentemente, nos últimos cinco anos, mais precisamente, a Semillón voltou ao centro da cena nas mãos de mais vinícolas que procuraram recuperar essa cepa chave da história do vinho argentino.Assim, cada vez mais enólogos apostam na casta, tendencia que repercute no surgimento de novos rótulos, que pela qualidade merecem estar na adega de todo enófilo que aprecia bons vinhos. O Blog Vino Divino Vino selecionou cino Semillóns argentinos, de alto nível, para  ter na adega.

HC SEMILLON DEF

1 – Canale Old Vineyard Semillón 2016 – Bodega Humberto Canale

Este Semillón é um dos mais representativos da Patagônia. Vem de uma vinha velha com mais de 70 anos. O resultado é um branco muito elegante, que oferece aromas de pêssegos em calda e mel, mas sem ostentação. No palato é um vinho  com um bom jogo entre a untuosidade e a acidez. Na boca, a tipicidade é marcante e envolvente. História patagônica pura que vem reivindicar seu lugar, agora que o Semillon está de volta a cena e na boca de todos.

Sete crenças sobre o vinho que não são inteiramente verdadeiras (IV)

7 de fevereiro de 2018

CORTIÇA DEF

Há algumas afirmações, com referência ao mundo do vinho, que de uma maneira geral são consideradas verdadeiras e não são tão verdadeiras assim. A realidade é que, por trás de tais afirmações, há um certo teor de verdade ou alguma história que as fez ser divulgadas e passar a fazer parte da “sabedoria popular”.
O Blog Vino Divino Vino, gostaria de compartilhar com com o leitor e enófilo, algumas dessas “verdades” e dizer em que elas estão ou são baseadas ou a quais histórias elas se referem.

Cork wine stopper smell

4. Cheirar a rolha de cortiça dá pistas sobre o estado do vinho

Um dos defeitos mais conhecidos que pode acometer o vinho é chamado de Bouchonné (nome vem de rolha – bouchon – em francês), em francês, e de Corked Wine, em inglês. O tal aroma, ou gosto de mofo, ou de papelão úmido, é encontrado nos vinhos quando ele é contaminado com uma substância chamada 2,4,6 Trichloroanisol (TCA). O TCA é uma substância que resulta da atividade de microorganismos. Existe risco de ocorrência de TCA sempre que estão presentes fenóis, cloro, fungos e a cortiça, por ser uma substância natural, pode ser um alimento atraente para tais microorganismos. A expressão que associa o problema à rolha é equivocada, pois a contaminação com TCA pode ter outras origens, também.

Sete crenças sobre o vinho que não são inteiramente verdadeiras (III)

5 de fevereiro de 2018

vino-blanco UM DEF

Há algumas afirmações, com referência ao mundo do vinho, que de uma maneira geral são consideradas verdadeiras e não são tão verdadeiras assim. A realidade é que, por trás de tais afirmações, há um certo teor de verdade ou alguma história que as fez ser divulgadas e passar a fazer parte da “sabedoria popular”.
O Blog Vino Divino Vino, gostaria de compartilhar com com o leitor e enófilo, algumas dessas “verdades” e dizer em que elas estão ou são baseadas ou a quais histórias elas se referem.

vino_blanco DOIS DEF

3 – Os vinhos brancos devem ser servidos gelados

A temperatura de serviço do vinho é um assunto ao qual se deve dar grande uma importância.
Acredite! Tanto o aroma como o sabor do vinho dependem das substâncias aromáticas que se evaporam com a temperatura.Por que algumas pessoas recomendam beber brancos muito frios? Simplesmente porque dessa forma há menos aromas, o que é muito interessante no caso de o vinho não ser muito bom e é melhor escondê-los.
Para desfrutar de um bom branco, no entanto, nada melhor que serví- fresco, mas sem exagerar. Cerca de dez graus é uma temperatura magnífica, de modo que o vinho pode se expressar com facilidade e refrescar, o que também é muito bom.

Sete crenças sobre o vinho que não são inteiramente verdadeiras (II)

3 de fevereiro de 2018

ROSÉS

Há algumas afirmações, com referência ao mundo do vinho, que de uma maneira geral são consideradas verdadeiras e não são tão verdadeiras assim. A realidade é que, por trás de tais afirmações, há um certo teor de verdade ou alguma história que as fez ser divulgadas e passar a fazer parte da “sabedoria popular”.
O Blog Vino Divino Vino, gostaria de compartilhar com com o leitor e enófilo, algumas dessas “verdades” e dizer em que elas estão ou são baseadas ou a quais histórias elas se referem.

Rose

2. Os vinhos rosés são vinhos para principiantes

Estes vinhos são considerados “menores” porque geralmente são muito frutados e fáceis de beber. Alguns até os têm como “vinhos para mulheres”. O que é, a propósito, um absurdo sem limites. Há rosés fantásticos sendo feitos na França(Provence) e na Espanha (Navarra, El Bierzo em Penedés e em muitas outras denominações de origem) Na realidade vinhos rosés que são bem feitos, com suficiente corpo e acidez, são realmente fáceis de desfrutar. E isso deve ser tomado como um grande elogio. Não há nenhuma razão para se dizer  que vinhos rosés são para não iniciados.