Os vinhos ideais para harmonização são os bons Chardonnays franceses da Borgonha, e os do Novo Mundo, chilenos, australianos, sul-africanos e californianos, que não passaram excessivamente por carvalho.
Fonte: Guide Hachette
País: Portugal
Região: Alentejo
Castas: Antão Vaz e Arinto
No Visual: Vinho de coloração amarelo citrino com nuances discretos de amarelo palha
No Olfativo: Paleta aromática expressa em notas cítricas (limão,lima), frutas (pêssego, melão,banana), além de aromas florais (flores brancas) Há toques de baunilha integrada aos demais aromas.
No Gustativo: Bom corpo, estrutura moderada, acidez presente concedendo frescor e suave cremosidade.Harmônico e elegante.
Enogastronomia: Ideal para harmonizar com pratos de bacalhau, frutos do mar e eixes.
Onde Comprar: Estação do Vinho Preço: R$194,00
Relação Custo-Qualidade: Boa
O crítico de vinhos Sthepen Tanzer, editor da International Wine Cellar, divulgou no seu último informe, a relação dos melhores vinhos argentinos. Eis a relação dos vinhos com mais de 90 pontos:
Malbec Catena Zapata Argentino 2007 – 95 pontos
Malbec Catena Zapata Adrianna Vineyard 2007 – 94 pontos
Colome Malbec Reserva 2007 – 94 pontos
Bodegas Poesia Pasodoble 2008 – 94 pontos
Malbec J. Alberto Rio 2008 – 94 pontos
Chardonnay Catena Alta 2008 – 93 pontos
Malbec Catena Zapata Nicasia Vineyard – 93 pontos
Nicolas Catena Zapata 2007- 93+ pontos
Navigato Family Selection Grand Reserve 2006 – 93 pontos
Cobos Corte Nico 2008- 93 pontos
Riglos Gran Corte 2008 – 93 pontos
Malbec Catena Alta 2007- 92 pontos
Malbec Tomero Gran Reserva 2007 – 92 pontos
Luca Beso de Dante 2008- 92 pontos
Finca Bella Vista 2008 – 92 pontos
Morena San Alberto 2007 - 92 pontos
Antucura Gran Vin Uco 2006 – 92 pontos
Para acessar a lista completa:lista de vinnos até 90 puntos
Ferenc e Candance Maté, saem de Nova York em busca da casa dos seus sonhos na Toscana, com um vinhedo no quintal. Eles a encontram em um cenário deslumbrante, cercados por uma comunidade calorosa e cordial. Em Montalcino, a zona vinícola de maior prestígio da Itália, eles restauram um mosteiro do século XIII, localizado entre duas colinas, com sessenta acres de florestas, olivais e vinhedos. Lá, eles plantam quinze acres de videiras, constroem a sua vinícola, e aprendem com seu vizinho Angelo Gaja, os segredos de como cultivar as melhores uvas e fazer vinhos soberbos. Com uma narrativa leve e bem humorada Ferenc Maté conta como nasceu a vinícola Máté e o seu reconhecimento internacional.
Título:Um Vinhedo na Toscana
Autor: Ferenc Maté
Editora: Pensamento-Cultrix LV
Edição: 1
Ano: 2010
Páginas: 272
Dimensões (A x L x P): 23,00cm x 16,00cm x 0,00cm
ISBN: 8598903221

Criado pélo designer Christopher David Thompson, da Nova Zelândia, para a Marisco Vineyards, de Marlborough , os vinhos da série Kings têm sseus rótulos ligados aos ancestrais piratas, dos proprietários da vinícola. Para tanto, foi feita uma pesquisa e cada um dos rótulos está associada a uma história específica vivida pelos “heróis” neozelandeses.
Um dos melhores calígrafos da Nova Zelândia, Peter Gilderdale, criou a bela e impressionante caligrafia dos rótulos.
No documento Redemtionis Sacramentum, ( voltado para o culto divino e a disciplina dos sacramentos ), editado pelo papa João Paulo II em março de 2004, se estabelece instruções claras para a condução do ritual da eucaristia, o sacramento que reproduz a santa ceia em memória de Jesus. O artigo de número 50 do documento trata do vinho sacramental, o chamado “vinho de missa”, ou canônico. Sobre ele fica estabelecido que “O vinho que se utiliza na celebração do santo Sacrifício eucarístico deve ser natural, do fruto da videira, puro e dentro da validade, sem mistura de substâncias estranhas. Na mesma celebração da Missa se lhe deve misturar um pouco d’água. Tenha-se diligente cuidado de que o vinho destinado à Eucaristia se conserve em perfeito estado de validade e não se avinagre. Está totalmente proibido utilizar um vinho de quem se tem dúvida quanto ao seu caráter genuíno ou à sua procedência, pois a Igreja exige certeza sobre as condições necessárias para a validade dos sacramentos.
Deveria ser usado o “ vinun de vite ( vinho da vinha ). Fundamental para o sacramento da eucaristia, o vinho está ligado à história e aos ritos da Igreja Católica desde sua fundação, e em razão disso possui uma densa carga simbólica acumulada ao longo da história. Essa extensa carga simbólica remonta à época em que as religiões dominantes no mundo evoluíram do paganismo para o monoteísmo, fazendo desaparecer os sacrifícios propiciatórios como elemento de comunicação com Deus. A importância do vinho nos rituais mais sagrados de aproximação com a divindade, se consolida em definitivo, no cristianismo, quando Jesus o converte no “ sangue da nova e eterna aliança ”. Essa frase, pronunciada durante a última ceia, segundo o Novo Testamento, instituiu a comunhão com o vinho como o elemento central das congregações cristãs. . A partir de então, o vinho obrigatoriamente sempre esteve presente em qualquer lugar onde houvesse um cristão com necessidade de comungar. Talvez em razão da necessidade expressa do vinho, como elemento fundamental do sacramento da eucaristia, a Igreja fomentou a vinicultura.
Assim, alguns os mosteiros e abadias, passaram a produtores de vinho. Os monges da Abadia de Citeaux, chamados de cistercienses, foram os melhores enólogos da época. Fundada na Borgonha, no século XI, esta ordem religiosa atuou não somente na França como por quase toda a Europa, propagando o conhecimento sobre a arte de fazer vinhos. Foi em razão do cultivo tão aprimorado dos monges enólogos cistercienses, que algumas das regiões produtoras, tais como, Beaune, Pommard, Vosne, Nuits, Corton, Clos de Vougeot, produzem vinhos de alta qualidade até os dias de hoje. Na atualidade, a Igreja mantém os mesmo ritual no sacramento da eucaristia, obedecendo fielmente o que reza o Redemtionis Sacramentum. E o vinho continua a transmutar-se no sangue de Cristo, no símbolo da eterna aliança. Só não mais é produzido nos mosteiros e abadias. Passou a ser produzido em vinícolas autorizadas pela Igreja Católica. No Brasil, o vinho sacramental é um mosto fermentado alcoólico (como qualquer vinho), cuja origem e graduação dependem essencialmente da orientação estabelecida pelo Superior da Ordem Religiosa. Produzido sob a denominação de Vinho Canônico, elaborado e comercializado pela Vinícola Salton, (começou a vinificar vinhos para missa desde 1928) veio atender um antigo anseio de um vinho para ser servido na eucaristia, igual aos que eram usados nas igrejas na velha Europa
Assim, foi feito um vinho licoroso, vinificado com as variedades Moscato (50%), Saint-emilion (40%) e Isabel (10%). com 16% de álcool, e adoçado com suco concentrado de uvas, usado em todas as paróquias do país. Aqui, como em todos os paises católicos do mundo, o vinho é o símbolo eleito pela eucaristia, ( em uma metáfora que a Igreja Católica transformou em dogma ao longo dos séculos ), o sangue de Cristo que os cristãos compartem em comunhão. É o símbolo da vida eterna, da imortalidade, da vida futura e do reino messiânico que há de vir redimir a humanidade. Na Bíblia, que o cita mais de 450 vezes, o vinho é um dom de Deus e sua abundância é um sinal de sua benção. Quem há de dizer o contrário?
Região:Limoux
Castas: Mauzac (90%), Chenin (5%), Chardonnay (5%)
No visual: Cor amarela pálida com reflexos esverdeados. Borbulhas finas e persistentes e perlage delicado.
No Olfativo: Complexidade arromática expressa em notas de pêssego, pêra e maça verde, integradas a toques de flores brancas, defumados e de brioche.
No Gustativo: Presença franca e vivaz, agradável de untuosidade oriundas das borbulhas. Presença no palato das sensações perceptiveis no olfativo, notadamente dos toques florais e de e pêras. Final longo e harmonioso.
Enogastronomia: Ideal como aperitivo ou para acompanhar a refeição à base de peixes e frutos do mar, risotos leves, carnes brancas, sobremesas).
Onde Comprar: Wine.com Preço: R$ 70,00
Relação Custo-Qualidade: Muito Boa
Caldo de peixe:
150 gramas de espinha de peixe
5 gramas de pimenta do reino em grão
50 gramas cenoura em rodelas
50 gramas cebola em cubos
2 folhas de louro
1000 ml de água
50 ml de azeite
Salmão:
600 gramas de salmão fresco
100 ml de vinho branco seco
Molho:
400 ml de caldo de peixe reduzido
50 gramas de farinha de trigo
20 gramas de manteiga
100 ml de champagne
sal e pimenta a gosto
Modo de Preparo:
Numa panela com água ferver a espinha de peixe e separar. Em outra panela refogar no azeite a cenoura, a cebola, a espinha de peixe, a pimenta do reino e o louro. Em seguida, colocar a água e levar à fervura. Deixar cozinhar em fogo baixo por 5 minutos. Peneirar o caldo de peixe para outra panela e deixar reduzir pela metade. Adicionar o vinho branco ao caldo e cozinhar o salmão, dividido em 4 pedaços, em fogo baixo durante 10 minutos. Retirar os filés de salmão e guardar em lugar aquecido. Numa panela derreter a manteiga e colocar a farinha de trigo devagar sempre mexendo. Levar a fervura e em seguida adicionar devagar o caldo de peixe reduzido, sempre mexendo. Deixar ferver por alguns instantes. Colocar o champagne e deixar ferver mais um pouco. Em seguida colocar o creme de leite e o sal e a pimenta.
Montagem:
Em pratos monte os filés de salmão, cobrir com o molho e decorar com rodelas de limão. Acompanhar legumes ou batatas ou arroz a gosto.
Fonte: Livro de Receitas
O jarro de vinho Porron é uma forma festiva de servir vinho ou sangria. Para utiliza-lo é necessario unicamente incliná-lo de modo que um filete de vinho verte diretamente na taça. Porrones são famosos em toda a Espanha, embora, provavelmente, sua origem seja a Catalunha. Eles foram originalmente feitos de cerâmica, mas agora são feitos de vidro soprado sem chumbo reciclado. Cada Porron tem a medida de 1 litro, na realidade o tamanho ideal para acolher uma garrafa de vinho.
País: Chile
Região: San Antonio
Casta: Pinot Noir (100%)
No Visual: Vinho de coloração rubi, com boa concentração e brilho. Límpido. Lágrimas densas, bem esculpidas, deslizando lentamente pelas paredes da taça.
No Olfativo: Paleta aromática expressa em notas de frutas integradas a toques de café e tostados.
No Gustativo: Bom corpo, estrutura e concentração. Rico em sabores e texturas, repetindo no palato as frutas e tostados do olfativo. Harmônico e elegante.
Enogastronomia: Ideal para harmonizar com Magret de Pato, caças de uma maneira geral, carne de vitela, Coq au Vin e Carré de Cordeiro
Onde Comprar: Vínea Fone:11.3059.5206 Preço: R$185,00
Relação Custo-Qualidade: Boa