A 1ª edição do “Alvarinho – Internacional Wine Challenge”, a realizar-se em Melgaço entre 3 e 4 de Junho, terá um júri composto por especialistas nacionais e estrangeiros que irão avaliar algumas dezenas de amostras de vinhos Alvarinho, oriundas de vários países e regiões da Europa e de outros continentes.
Arquivos de ‘maio de 2011’
Melgaço, em Portugal, promove 1ª edição do “Alvarinho – Internacional Wine Challenge”
25 de maio de 2011O vinho e a cozinha japonesa
21 de maio de 2011Existe um princípio culinário fundamental que afirma que “a comida deve ter o sabor de todos os ingredientes que a compõem”. E a cozinha japonesa, talvez, como nenhuma outra, se orgulha do cultivo deste princípio.Do ponto de vista ocidental, ela é vista como uma cozinha sutil e refinada, com uma estética cuidadosa e harmônica, além de um magistral bom gosto. Porém, a cozinha japonesa é muito mais que visual e esteta: é saborosa, equilibrada, nutricional, eficiente e natural.Utiliza ingredientes básicos, pouco numerosos, porém os combina de maneira muito própria e os compatibilizam com uma harmonia muito própria. Na cultura japonesa, o respeito à natureza é fundamental. De idêntica forma, o mesmo ocorre na gastronomia, onde os produtos do mar, o arroz, a soja, as hortaliças e os legumes são utilizados com maestria, realçando os sabores e harmonizando-os entre si.
Dentre os pratos da culinária japonesa, o sushi merece destaque especial. É o prato da cozinha nipônica que mais e melhor se expandiu pelo mundo ocidental. Sua origem remonta há muitos séculos atrás e era uma maneira de conservação do pescado cru (o peixe era preservado entre camadas de sal e arroz, pressionado por pedras muito pesadas, durante um tempo, até que o pescado fermentado era considerado pronto para consumir ). É um prato a base de arroz temperado com vinagre (de arroz) e recheado com pescados, mariscos ou verduras. O elemento fundamental do sushi é o arroz de sushi ou sushi-meshi. Segundo a forma com o qual é recheado, se distinguem várias classes de sushi: Makizushi (sushi que tem forma arredondada, feito com uma camada de algas secas – nori –, recheado com pescado ou verdura); Futomaki (sushi cilíndrico e largo com alga,normalmente com dois ou três recheios para complementar e melhorar o sabor e a cor); Hosomaki((rolinhos finos com o nori na parte externa) típico tem por volta de dois centímetros de espessura e dois centímetros de largura. Eles são, geralmente, feitos com apenas um recheio, – salmão, kani kama, etc, simplesmente porque não há espaço suficiente para mais de um.) Kappamaki(sushi recheado de pepino); Nigirizushi é, possivelmente, a forma mais comum de sushi que se conhece (moldado a mão, em um pequeno bloco de arroz, de forma oblonga, às vezes, vindo circundado por uma fina tira de alga ). Gunkanmaki (ovas de pescado envoltas em algas). Os sushis, notadamente os que trazem no recheio ou na sua composição pescados e frutos do mar, possibilitam uma infinita gama de harmonizações com os mais variados tipos de vinhos. Os Makizushi de pescados crus harmonizarão à perfeição com os vinhos brancos de acidez elevada, como os albariños espanhóis ou alvarinhos portugueses. Os Futomaki, recheados com salmão ou outros pescados, ovas e kanikama, compatibilizam magnificamente com vinhos Gewürztraminer alemães ou do Novo Mundo( chilenos principalmente ). Os Hosomaki com recheios como pescada branca, salmão, atum, camarões, polvos, ovas de pescados, harmonizam bem com vinhos brancos, tipo Riesling Kabinett alemães, Riesling secos australianos ou Sauvignon Blanc chilenos. Os Nigirizushi (de salmão, corvina, pescada, polvo, camarões) compatibilizam, de maneira excepcional com vinhos de chardonnay varietais, sem passagem em madeira. Os bons vinhos de chardonnay chilenos do Valle do Casablanca, os australianos, os californianos e os da África do Sul são acompanhantes excepcionais para estes pratos. Se a opção for por tintos,( há quem os prefira ), os vinhos de Pinot Noir – sem passagem por carvalho, jovens, frescos, de colheita recente, deixando que a expressão frutal do vinho seja o ingrediente principal dessa companhia – pode ser uma escolha mais que acertada.
Um capítulo à parte, é a harmonização perfeita que se processa entre os espumantes, as cavas e champagnes e os sushis. De todos os tipos (Makizushi, Hosomaki, Futomaki, Tekkamaki, Temaki, Uramaki, etc ), todos eles harmonizam bem com os espumantes nacionais, os Proseccos e Asti italianos, as Cavas espanholas e os Champagnes franceses. Os sashimi ( iguaria japonesa feita de frutos do mar muito frescos, fatiados em camadas finas e servidos com apenas um molho de mergulhar – como molho de soja com wasabi ) também harmonizam bem com vinhos. No caso dos sashimis, a intensidade e, ao mesmo tempo, a delicadeza dos sabores puros dos pescados, associados ao molho de soja e wasabi, permitem mais de uma forma de compatibilização com vinhos. Ou brancos de personalidade que suportem a presença do molho a base de soja e da pasta de raiz forte, como os vinhos de Viognier, de colheita recente, ou tintos de Pinot Noir, jovens, sem passagem em carvalho. Assim, o vinho e a cozinha japonesa podem ter uma convivência pacífica, pois a compatibilização de contrastes, mesmo formada por uma natural aglomeração de discordâncias, é algo que a arte sabe transformar em harmonia.
Bordeaux par ses étiquettes
20 de maio de 2011O título Bordeaux par ses étiquettes, provavelmente causará decepção ao leitor menos avisado, uma vez que a autora não se refere aos ” vinhos de Bordeaux” e sim a cidade de Bordeaux. A autora optou por mostrar representações da cidade de Bordeaux tais como monumentos, vida comercial, através de etiquetas de vinhos pouco conhecidos. O livro é, contudo, bem apresentado, com algumas belas reproduções de rótulos que não são comuns e de vinhos desconhecidos do grande público.
Título: Bordeaux par ses étiquettes
Autor: Caroline Lampre
Número de páginas: 96 páginas
Editora: Herscher
Idioma : Francês
ISBN-10: 273350309X
ISBN-13: 978-2733503096
Ola: um wine rack prático, moderno e elegante
19 de maio de 2011La Vinea de Andrés Romeo 2003
18 de maio de 2011
País: Espanha
Região: Rioja
Casta: Tempranillo (100%)
No Visual: Cor vermelho rubi intenso, profundo. Límpido. Lagrimas bem elaboradas, deslizando lentamente nas paredes da taça.
No Olfativo: Complexidade olfativa expressa em notas de frutas (groselha e figo) alcaçuz, defumados e tostados.
No Gustativo: Bom corpo e estrutura.. Opulento no palato. Acidez equilibrada, taninos finos e elegantes, toque de frutas vermelhas, alcaçuz, defumados Boa persistência. Final prolongado.
Enogastronomia: Ideal para harmonizar com carnes vermelhas, cordeiro com risoto de funghi, caças e queijos fortes
Onde Comprar: Gran Cru Preço R$: 580, 00
Relação Custo-Qualidade: Boa
Copenhage – A Pequena Sereia
17 de maio de 2011A Pequena Sereia é um conto de Hans Christian Andersen. Nele, uma pequena sereia, apaixonada por um homem mortal, recorre uma bruxa para que possa assumir uma forma humana e assim se aproximar de seu amado. No processo acaba abrindo mão de sua imortalidade e perdendo a capacidade de falar. Para que o encantamento se tornasse permanente, a pequena sereia deveria conquistar o amor de seu escolhido; caso contrário, haveria de se transformar em espuma do mar, algo mais terrível que a própria morte, uma vez que sereias não têm alma, não podendo assim morrer. A sereiazinha acaba falhando em seu propósito. Comovida com sua situação, suas irmãs fazem um trato com a bruxa do mar. Em troca de suas belas cabeleiras, a bruxa lhes dá uma faca, com a qual a pequena sereia deveria matar seu amado. Desta forma, estaria livre de seu triste fim. Contudo, ela, em nome do amor, abdica da própria existência e, ao fim, desaparece nas águas em forma de espuma do mar.
Mas La Plana Cabernet Sauvignon 2005
17 de maio de 2011Região: Penédes
Castas: Cabernet Sauvignon (100%)
No visual: Cor vermelho rubi violáceo, de média intensidade e profundidade. brilhante. Límpido. Lágriams bem elaboradas.
No olfativo: Complexidade olfativa evidenciada em notas de frutas vermelhas, especialmente amoras e casssis, especiarias e baunilha.
No gustativo: Encorpado e com boa estrutura. Taninos sedosos e acidez equilibrada, Frutas evidenciadas no olfativo se fazem presente no palato. Boa persistência, Final elegante e harmônico.
Enogastronomia : Carnes vermelhas, grelhados e queijos curados.
Onde comprar: Reloco/RJ e wine.com Preço: R$ 190,80
Relação Custo-Qualidade: Boa
PS: Em lojas de vinho em Copenhage, custa $259,95 Coroas Dinamarquesas.
Le vin à table, les meilleurs accords
17 de maio de 2011O autor, Jacques-Louis Delpal, conduz o leitor no seu Le vin à table, les meilleurs accords, em uma verdadeira viagem de compatibilização eno-gastronômica que se inicia em aperitivos e petiscos e prossegue com harmonizações entre vinhos e mariscos, peixes, aves, vitela, carne de vaca, porco, cordeiro, queijos e conclui com sobremesas. As 60 primeiras páginas do livro aborda temas gerais e práticas como degustação de vinhos, onde obter informações e um glossário completo.
Autor: Jacques-Louis Delpal
Número de páginas: 272 páginas
Editora: Editions Artémis
Idioma : Francês
ISBN-10: 2844166970
ISBN-13: 978-2844166975
Vitela ao molho de Páprica harmoniza com quais vinhos?
16 de maio de 2011Copenhage
16 de maio de 2011Pequena Sereia
O bispo Absalon é considerado o o fundador da cidade de Copenhage, que no ínicio era chamada de Kobmaendenes Havn ( Porto dos Comerciantes), nome que de imediato se transforma no atual Kobenhavn (Copenhage).Em 1343, o rei Valdemar Atteerdang instala seu governo em Copenhage e proclama-a capital do reino. A cidade hoje tem uma população de 1,6 milhão de habitantes em uma superfície de 710 kilometros quadrados. Na primavera (mês de maio), a temperatura oscila entre 6 e 18 graus centígrados.












