Dom Diogo Arinto 2018

15 de setembro de 2019 por Elmano Marques

ARINTO DEF

País: Portugal

Região: Vinhos Verdes

Castas: Arinto (100%)

No Visual: Cor amarelo palha. Límpido.

No olfativo: Complexidade  aromática dominada por  notas de cítricos e frutas brancas (pêssego, lichia e maçã), frescor e toques minerais

No Gustativo: Bom corpo e estrutura idem. No palato, boa acidez, complexidade tremenda expressa em um conjunto de nuances primárias da fruta madura, aliadas a notas secundárias provenientes da evolução, tornando-o rico, guloso, e apaixonante.

Enogastronomia: Ideal para harmonizar com frutos do mar, peixe fresco grelhado, carnes brancas e como aperitivo.

Onde Comprar: Extra     Preço: R$ 49,95

Harmonização Vinho e Comida – Cordeiro assado com alecrim harmoniza com quais vinhos?

14 de setembro de 2019 por Elmano Marques

ASSADO DE CORDEIRO

Os vinhos ideais para harmonização são os tintos de Zinfandel californianos ou os tintos italianos de Primitivo, da Puglia.

Vinho e Música – Smile por Isabella Lundgren

14 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A canção Smile interpretada por Isabella Lundgren pede para harmonizar um tinto de Pinot Noir, do Oregon.

Os Tre Bicchieri 2020. Os melhores vinhos da Liguria

14 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A LIGURIA

Como todos os anos, setembro é o mês em que os famosos ” Tre Bicchieri ” premiados pelo Gambero Rosso são publicados. Há 8 (oito) vinhos da Liguria que obtiveram o Tre Bicchieri no guia Vini d’Italia 2020 del Gambero Rosso. Ei-los:

  • Colli di Luni Vermentino Lunae Et. Nera ’18 – Lunae Bosoni
  • Colli di Luni Vermentino Pianacce ’18 – Giacomelli
  • Colli di Luni Vermentino Sup. Boceda ’18 – Zangani
  • Colli di Luni Vermentino Sup. Fosso di Corsano ’18 – Terenzuola
  • Riviera Ligure di Ponente Pigato Le Marige ’18 – La Ginestraia
  • Riviera Ligure di Ponente Vermentino ’18 – Fontanacota
  • Rossese di Dolceacqua Bricco Arcagna ’17 – Terre Bianche
  • Rossese di Dolceacqua Posaù Biamonti ’17 – Maccario Dringenberg

 

Merlot, a rainha do Vale dos Vinhedos

14 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A MERLOT

A Merlot é uma uva tinta típica de Bordeaux, que faz parte do corte bordalês tanto na margem esquerda quanto na margem direita, embora nesta última possua maior expressividade e protagonismo. Para quem não sabe, ela nasceu de um cruzamento fortuito entre a Cabernet Franc e uma uva chamada Magdeleine Noire des Charentes, quase extinta, que também é a mãe da Malbec. A Merlot, ao contrário da Cabernet Sauvignon, amadurece cedo, adapta-se a vários terroirs, mas é em solos úmidos que ela mostra todo o seu potencial. Não à toa os melhores vinhos de Bordeaux à base de Merlot vem da margem direita, onde predomina bastante argila no solo, que retém a umidade. Por isso que ela também se adaptou muito bem ao solo basáltico da Serra Gaúcha e desponta há algum tempo como a cepa de grandes vinhos do Brasil. Na Serra, não há o clima mediterrâneo de boa parte do Velho Mundo, nem a aridez quase desértica da Argentina e de algumas regiões do Chile. O clima do sul do país é úmido ou semiúmido, ideal para a Merlot. Como acrescenta a revista Adega, Além de ser uma cepa que se adapta bem às condições locais, ela também tem uma boa adaptação agronômica, ou seja, o produtor consegue trabalhar bem com ela. Além disso, é uma uva fácil de domar na cantina. Fora isso, na D.O. do Vale dos Vinhedos a Merlot é uma das uvas que há mais tempo é cultivada, então a tradição e a experiência contam muito. A Tannat também vem se adaptando excepcionalmente bem naquele terroir e tem feito vinhos bem expressivos, cada vez mais. Ultrapassará a Merlot como rainha do Vale dos Vinhedos? Só o tempo dirá.

Por: Marcos Adair

Liber Pater e a corrida por uvas raras em Bordeaux – 2. Projetos semelhantes em andamento na região

14 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A L PATER DEF

O vinho Liber Pater é feito por um polêmico engenheiro de materiais aposentado da Peugeot, chamado Loïc Pasquet. Ele adquiriu 7 hectares de vinhedos de Graves para plantar uvas nativas pré-filoxera, sem porta-enxertos, o que é dificílimo numa região tão afetada por pragas, como Bordeaux. Ele também resgatou castas esquecidas como Castet, Mancin, Lauzet, Camaralet, Prunelard, Tarney Coulant e Marselan. Mas, conforme explica a revista Decanter, ao contrário do que se pensa, Pasquet não é o único resgatando uvas antigas em Bordeaux. Há vários outros projetos que buscam dar um “vislumbre” do que era o vinho bordalês no século XIX – sem o preço absurdo do Liber Pater. As propriedades que plantam variedades de uvas raras incluem Clos Puy Arnaud, em Castillon, que possui Mancin e Castets que compõem 2% da vinha nos próximos anos. O Château de la Vieille Chapelle, em Bordeaux, tem Bouchalès, Mancin, Côt (um nome anterior para Malbec), Castets e Carménère. O Château Le Puy em Francs Côtes de Bordeaux e o Château de Claribès em St-Foy Côtes de Bordeaux estão atualmente decidindo quais plantar.  Há também os rótulos de 100% de Castets e 100% de Mancin que Liber Pater planejou sob o nome de Liberi Bellaria e em breve estarão no mercado. E é possível encontrar uvas pré-filoxera Merlot e Cabernet Sauvignon no Clos Manou, no Médoc, em seu impressionante “cuvée” 1850. O melhor: seu preço é inferior a 30 euros. Em St-Emilion, a Trottevielle tem mais de 3.000 videiras Cabernet Franc não enxertadas da década de 1890, engarrafadas como uma “cuvée” separada desde 2004. São apenas alguns exemplos de que o Liber Pater, apesar de ser um vinho realmente diferenciado, não está fazendo algo assim tão diferente do que outros igualmente estão fazendo em Bordeaux. É animador saber que esse espírito de inovação está bem vivo em uma região tão clássica e tradicional.

Por: Marcos Adair

Harmonização vinho e comida – Linguine com salmão defumado e rúcula harmoniza com quais vinhos?

13 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A LINGUINE

Os vinhos ideais para harmonização são os brancos austríacos de Grüner Veltliner

Vinho e Música – Somewhere over the rainbow por Isabella Lundgren

13 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A canção Somewhere over the rainbow interpretada por Isabella Lundgren pede para harmonizar um tinto expressivo como os Hermitages.

Vinhos moleculares: cópias e réplicas de bons vinhos?

13 de setembro de 2019 por Elmano Marques

A CÓPIA DEF

Houve um tempo em que a cozinha mais moderna – possivelmente incompreendida na vanguarda – ficou conhecida como cozinha molecular. Embora aqueles pratos cheios de sabores, texturas etc. não tivessem nada a ver com as moléculas, pareciam novos, sofisticados e caros. Era disso que se tratava. Agora, com os novos tempos está chegando  o vinho molecular e, é claro, está fazendo tremer as estruturas tradicionais e conservadoras da indústria vinícola. E a verdade é que isso assusta muito pois trata-se  de moléculas reais de vinho. A ideia é bem simples. Um grande vinho é tomado, sua composição molecular é analisada e é feita uma tentativa de sintetizar e reproduzir em laboratório para simular seu mesmo sabor e aroma usando como base um vinho muito mais simples e acessível. Para alguns, o vinho molecular é um eufemismo do que seria uma cópia. O fato é que, nos Estados Unidos, alguns desses viticultores moleculares já estão realizando seus experimentos e até lançando garrafas que honram grandes vinhos de valor lá. E, como lemos há muito tempo, em uma degustação às cegas, os vinhos falsos são muito bons.
Um exemplo: o Far Niente branco de 2017 do vale de Napa é vendido por quase 100 euros por garrafa. O Retrofit, da Replica Wines – o nome não engana, é verdade – é vendido por 18 euros e, aparentemente, é capaz de atingir ou pelo menos confundir os especialistas em vinhos. Por enquanto, os excelentes resultados obtidos com os brancos não se repetem nos tintos, onde as versões moleculares são detectadas sem problemas pelos especialistas. Aparentemente, a complexidade destes é mais difícil de imitar nesse processo de criação inversa.

Os Tre Bicchieri 2020. Os melhores vinhos da Basilicata

13 de setembro de 2019 por Elmano Marques

BASILICATA

Como todos os anos, setembro é o mês em que os famosos ” Tre Bicchieri ” premiados pelo Gambero Rosso são publicados. Há 5 (cinco) vinhos da Basilicata que obtiveram o Tre Bicchieri no guia Vini d’Italia 2020 del Gambero Rosso. Ei-los:

  • Aglianico del Vulture Don Anselmo 2016 – Paternoster
  • Aglianico del Vulture Gricos 2017 – Grifalco della Lucania
  • Aglianico del Vulture Il Repertorio 2017 – Cantine del Notaio
  • Aglianico del Vulture Re Manfredi 2016 Re Manfredi – Cantina Terre degli Svevi
  • Aglianico del Vulture Titolo 2017 – Elena Fucci