17 de abril de 2026
ABZ PLATAFORMA

EUZINHO / Dresscode do Carnatal? Vá de abadá!

POR AUGUSTO BEZERRIL

@augustobezerril

[email protected]

Atendendo convite da Ambev, Euzinho fui sexta-feira ao Carnatal. A assessora Letícia Romã perguntou qual dia eu gostaria de ir ao camarote Skol (a cerveja voltou ao evento!) e também fui convidado para ir, ontem, ao camarote coorporativo da AMBEV. Pensei, pensei e resolvi ir na sexta por causa do Grafith e de Wesley Safadão. Nesse vai-e-vem de fazer cadastro de reconhecimento facial e outras coisas mais prosaicas do dia-a-dia, acabei não escrevendo sobre “o dresscode ou o que vestir para Carnatal“. Ao chegar à micareta, esqueci por completo do tema. Eu muito me diverti tentando saber o sabor dos ingredientes das Skol Beats de cada cor. Acho que a verde tem sabor de maçã… verde. A vermelha tem sabor de framboesa, acertei ? E eu voltei para casa sem saber a cor dos abadás dos blocos que passaram. E fui esperando ouvir os clássicos grafitheiros e me diverti ouvindo a banda tocar Lady Gaga. Ontem, sábado à noite, fui à confraternização na casa do meu primo Igor Bezerril. Entre vinhos e delicinhas, ouvi minha prima Luciana Marques canta Pet Shop Boys. Toda de preto, Luciana é chic sempre. Ela estava perfeita para ir ao Carnatal. Para ficar como um monte de gente, bastaria um pouco mais ou mais brilho, amarrar o abadá em algum lugar. E pronto: Luciana seria diva, também, do Carnatal. Carnatal é uma derivação de carnaval.

Por questão de segurança, talvez, o abadá parece (acho que é) obrigatório nos blocos. Mas nos camarotes, não sei de onde surgiu a ideia de que não usar a camiseta de acesso – que inclusive tem a marca dos patrocinadores – virou signo de distinção. A pergunta é: pra quê, mesmo? Há milhões de justificativas para usar ou não o abadá. Só acho estranho que influencers, patrocinados ou parceiros de qualquer evento, propague a ideia de que não é fino usar a roupa oficial. E justamente onde aparece a marca do evento e dos patrocinadores.

. Então, vendo minha foto com Carmen Bezerril, lembrei que o dresscode de uma micareta é abadá. Gosto de usar um calça, para ter proteção nas pernas, e sobrepor a vestimenta por cima de uma camiseta mais fina. Acho chic quem usar abadá, a roupa clássica dos blocos do circuito do carnaval de Salvador, origem da festa fora de época. Usar o abadá é uma gentileza com a festa. O que é mais fácil: sobrepor sobre a roupa ou ficar com a peça pendurada ou amarrada no corpo? Por questão de segurança, talvez, o abadá parece (acho que é) obrigatório nos blocos. Mas nos camarotes, não sei de onde surgiu a ideia de que não usar a camiseta de acesso – que inclusive tem a marca dos patrocinadores – virou signo de distinção. A pergunta é: pra quê, mesmo? Há milhões de justificativas para usar ou não o abadá. Só acho estranho que influencers, patrocinados ou parceiros de qualquer evento, propague a ideia de que não é fino usar a roupa oficial. E justamente onde aparece a marca do evento e dos patrocinadores. Do ponto de vista de ecologia, calcule quanto de CO2 foram emitidos para ficar roupas que você amarrou no pulso! Pensando em economia criativa, não seria mais fashion e criativo fomentar o trabalho de bordadeiras e costureiras fazendo costumização? Há a possibilidade de se abolir de vez por todas abadás e camiseta de acesso em micaretas. Por aqui, acho que a intuição me foi a favor ao usar jeans super lavado, uma camiseta amarela e tênis vans amarelo em sintonia com o amarelo da Skol. Fui, Safadão!

Fotos Pedro Paulo Bezerril (01) / Pedro Garcia

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *