13 de junho de 2026
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Bira Marques escreve suas primeiras palavras como presidente do ABC

Bira Marques escreve ao torcedor como presidente do ABC

Falando pela primeira vez como presidente do ABC, o empresário Bira Marques pediu, em carta aberta ao torcedor Alvinegro, a união de todos como forma de afastar o clube da grave crise financeira imposta por dívidas trabalhistas que ultrapassam a casa dos R$ 30 milhões.

Bira Marques pediu que todos ajudassem o dirigente na condução do desafio técnico de conquistar títulos e financeiro, para equacionar as dívidas.

Confira a carta na íntegra:

Prezada Frasqueira,

Hoje estou assumindo o enorme desafio de presidir o maior clube de futebol do Rio Grande do Norte. Sei que a responsabilidade é imensa, mas conto com a UNIÃO de todos os abecedistas para enfrentarmos as inúmeras dificuldades e desafios que virão pela frente.

Não me faltará força de trabalho, dedicação e amor ao clube. Darei o melhor de mim, sempre com o propósito de acertar nas tomadas de decisão junto com a diretoria e Conselho Deliberativo.

Espero contar com a irrestrita colaboração e apoio de todos que fazem o ABC: Conselho Deliberativo, diretores, sócios, funcionários, colaboradores e, principalmente, da sua imensa e apaixonada torcida, maior patrimônio do clube.

Seremos todos responsáveis em colocar o Mais Querido de volta ao caminho do crescimento, da grandeza e das vitórias.

UNIDOS VENCEREMOS!

Natal, 08 de abril de 2020.

Elisiel Ubirajara Marques

Presidente

Um comentário sobre “Bira Marques escreve suas primeiras palavras como presidente do ABC

  • Eu, vejo na venda de uma parte do terreno do nosso Abc será a única salvação para uma tão grande dívida do mais querido, sabemos que por traz de tudo isso, a direção americana estar pedindo a Deus o fim deste tradicional clube, inclusive esta praga América já foi dona de riquíssimo terreno que englobava nas ruas, maxaranguape, Campos Sales, Rua Ceará Mirim é Rodrigues Alves, e hoje estar relegada a um prédio na Rodrigues Alves, e um chiqueiro de porco em Japecanga, desse América eu quero que ele se lasquei, arre égua

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