Craque deve começar jogando, mas a decisão do técnico tem embasamento científico hoje em dia
Sempre defendi que craque tem que começar jogando. O ídolo, a estrela é como a notícia, não dá para guardar, precisa ser publicada. Penso assim em relação a escalação de Wallyson de princípio na partida contra o Confiança, nesta sexta (13), no estádio Frasqueirão, pela Série C do Campeonato Brasileiro. No entanto, em defesa daqueles que consideram a possibilidade de que ele inicie no banco de reservas, estão as novas tecnologias do futebol.
As novas tecnologias avaliam o jogador quase que como um “scanner” de corpo. Ou seja, exames de sangue, de vídeo, testes de força, de imagem, monitoramentos entre outros, são instrumentos auxiliares do treinador e da comissão técnica na hora da escalação de uma equipe. É impressionante como, logo após o apito final da arbitragem, em uma partida de futebol, todos os dados coletados são automaticamente analisados e imediatamente enviados, com gráficos, planilhas, etc, para o comandante do time. Diante desses dados e com a experiência à beira do gramado, o risco de erro na escolha é mitigado.

Eu acho que Roberto Fernandes está certo. Wallison só deverá iniciar uma partida quando estiver 100%.
Numa condição mediana como a dele, entrando no segundo tempo ele se equipara a equipe adversária que já está um pouco desgastada e faz a diferença.
Aconteceu contra o Treze e precisamos ter a “Confiança” que iremos nos afastar da desconfiança.
Vamos que vamos!