Futebol é moedor de biografias

O futebol sempre foi uma máquina de moer gente e biografias. Com a ascensão das redes sociais esse movimento cresceu e a “produção” tomou proporções industriais. A velocidade com que pessoas e instituições são jogadas no lixo supera em muito a capacidade que existe para que as pessoas possam mostrar seu potencial. A história que notícia ruim chama mais atenção se capilarizou e o ódio com que se ataca desde atletas a clubes, dirigentes e jornalistas beira a insanidade. O risco de violência é real e vemos, dia após dia, episódios se multiplicarem, afastando pessoas de paz do esporte. Apelar para o bom senso já não funciona. As instituições não conseguem controlar esses movimentos e o medo passa a reinar. Uma pena!
