Projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro lança Ano V na Cinemateca Brasileira
| Registrar para a posteridade, em documentários com os mais diferentes enfoques, a trajetória de atletas que representaram o Brasil nos Jogos Olímpicos. Com essa proposta, o projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro chega a seu quinto ano totalizando 47 títulos produzidos, entre 2011 e 2016. Durantes esses cinco anos, uma comissão de seleção formada por Lina Chamie, diretora; Elisa Tolomeli, produtora de cinema; Heber Moura, diretor, produtor e roteirista, e Newton Cannito, roteirista, avaliou mais de 600 projetos e selecionou os 47 documentários que compõem o inédito acervo audiovisual olímpíco brasileiro.
A cerimônia, programada para 03 de agosto, quarta-feira, na Cinemateca Brasileira, será um evento temático ambientado com mesa de tênis, arquibancadas customizadas, pódium de medalhas, mesa interativa com jogo da memória e totens com a exibição dos filmes. No evento, que terá apresentação do jornalista e curador do projeto José Trajano, os convidados poderão interagir com os atletas no tênis de mesa e no basquete ou apenas apreciar a performance de quem se habilitar nas referidas modalidades. Mais de 70 atletas olímpicos, que foram personagens ou não dos documentários, devem prestigiar o lançamento do Ano V do projeto. Os 47 documentários do projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro estão disponíveis em plataforma online (www.memoriadoesporte.org.br/ |
| ATLETAS E CINEASTAS – A quinta edição do Memória do Esporte Olímpico Brasileiro tem sete documentários: A Luta de Um Homem Só, fala da luta de Diogo Silva dentro e fora dos tatames; A praia emAtlanta, destaca o protagonismo feminino de quatro atletas; Buck – O Monstro da Lagoa é sobre o treinador Guilherme Eirado Silva, do Flamengo; 800M, conta a história dos amigos e atletas Joaquim Cruz, Zequinha Barbosa e Agberto Guimarães; João Gonçalves – Forte e Poderoso, narra a trajetória do grande esportista que foi nadador, jogador de polo aquático e técnico de judô; Piedade, Piedade!, resgata os melhores momentos da nadadora brasileira Piedade Coutinho, a mais bem colocada em olimpíadas e Sarah – Menina de Ouro, registra a história da primeira campeã olímpica brasileira de judô. Com o concurso V o projeto soma em seu acervo 47 títulos, incluindo filmes dirigidos por cineastas renomados, a exemplo de Cacá Diegues (com Flora Diegues e Renata Almeida Magalhães em No Meio do Caminho Tinha um Obstáculo), Murilo Salles (Reinaldo Conrad: A Origem do Iatismo Vencedor), Ugo Giorgetti (México 1968 – A Última Olimpíada Livre) e Laís Bodansky (Mulheres Olímpicas).
O PROJETO – Realizado pelo Instituto de Políticas Relacionais, o Memória do Esporte Olímpico Brasileiro tem patrocínio de Petrobras, EBrasil Energia (Centrais Elétricas de Pernambuco – Epesa) e ESPN Brasil, com apoio da Secretaria do Audiovisual do MINC, Cinemateca Brasileira e da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão (ABPITV). IDEALIZADORES – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), o Instituto de Políticas Relacionais completou, em 2015, onze anos de existência. Criado em março de 2004 pelas assistentes sociais Daniela Greeb (diretora geral) e Vanessa Labigalini (diretora de projetos e comunicação), o Relacionais nasceu da necessidade de se construir uma estrutura para dar continuidade ao Movimento Ética e Cidadania: Psicodrama da Cidade (2001), afim de Identificar necessidades das comunidades, órgãos públicos e empresas privadas e transformá-las em projetos e programas culturais sociais dos diferentes públicos em todo país para disseminação e democratização dos direitos humanos. Entre os 18 projetos desenvolvidos pelo IPR, constam o Tô na Rede (propõe melhorar e aumentar o engajamento das bibliotecas públicas com a comunidade por meio de TIC e metodologia participativa, com patrocínio do Programa Global Libraries da Bill & Melinda Gates Foundation), o Empreendedor Local (em parceria com a Unesco e a Prefeitura de São Paulo), o Brasil: Nunca Mais Digital (digitalização de 1 milhão de páginas, e disponibilização de documentos sobre torturas e outras violações dos direitos humanos durante a ditadura) e o Ancestralidade Africana no Brasil – Memória dos Pontos de Leitura. www.relacionais.org. |
