21 de janeiro de 2026
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Vejam mais dados da pesquisa do IBGE sobre o Turismo

Os dados divulgados aqui neste blog E-TURISMO, na sexta-feira passada (13), sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério do Turismo, continuam rendendo subsídios para o setor.

Confira novos detalhes da pesquisa:

Em 19,8% dos 77,4 milhões de domicílios visitados, os pesquisadores registraram a realização de pelo menos uma viagem. No entanto, vale destacar que essa média foi superada no Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Tocantins, Minas Gerais, Paraná e Pará, com registros em mais de 22% das residências.

Em relação ao número de viagens, houve um aumento de 71,5% na comparação com 2021 (12,3 milhões). Elas foram responsáveis pela movimentação de R$ 20 bilhões e representam um crescimento de 78,6% também em relação a 2021, quando o turismo doméstico foi responsável por injetar R$ 11,3 bilhões no país.

Entre os que buscaram lazer em 2023, quase metade (46,2%) buscou destinos de sol e praia, enquanto 22% procuraram natureza, ecoturismo ou aventura. A surpresa ficou por conta do segmento cultura e gastronomia, que registrou a preferência de 21,5% dos viajantes, com aumento em relação a 2021, quando foi a escolha de 16% dos turistas.

O estado do Rio de Janeiro foi de onde partiu a maioria das viagens de lazer (55,1%). Na sequência, o Distrito Federal, com 54%; São Paulo, com 48%, e Santa Catarina, com 45%. Na região Nordeste, Pernambuco assume a primeira posição das viagens realizadas pelos moradores, com 40,2%, e no Norte do país, Roraima, com 41,6%.


O uso de meios de transporte não coletivos, como carro particular e de empresa, caiu de 57,2%, em 2021, para 51,1%, em 2023.
 

As viagens de uma a cinco pernoites predominaram em 2023, representando 52,6% do total. A maioria dos turistas (41,8%) optou em ficar nas casas de parentes e amigos.
 

A hospedagem é responsável pela maior parte do investimento do viajante, com um valor médio de R$ 1.563,00, seguida de alimentação, com R$ 621; transportes, com R$ 544, e compras com R$ 523.

Os que partiram do Nordeste tiveram o menor gasto: R$ 1.170. No entanto, quando o destino era algum estado da região, foram registradas as maiores cifras, com uma média de R$ 2.321.

Quanto ao perfil econômico, a maioria das viagens realizadas no ano passado (46%) foi feita por pessoas de domicílios com renda per capita de quatro ou mais salários mínimos. Já entre aqueles com renda per capita abaixo de meio salário mínimo, o percentual chegou a 11,6%.
 

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