12 de julho de 2026
Destino internacional

Fazer turismo e investir na Polônia. Duas belas oportunidades

 

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Olho na Polônia. O país que já tem ligação aérea com a Tap na rota Varsóvia-Lisboa, e que com isso poderá gerar fluxo para o Brasil, vive um bom momento. Como a matéria que publicamos sobre Auschwitz no domingo retrasado, na Tribuna do Norte, vem suscitando curiosidades, segue material que enviamos para o Jornal Panrotas. Em tempo: vale a pena visitar a Polônia. E segundo Piotr Maj, chefe do departamento de Promoção Comercial e Investimentos da Embaixada da Polônia no Brasil, também vale a pena investir no sofrido país.

            

            Segundo a consultoria Ernest&Young, a Polônia é o destino mais

            atrativo para novos investimentos na Europa, ultrapassando países

            como Alemanha e França. Coincidência ou não, desde que o país entrou

            para a União Européia, em 2004, os intercâmbios entre brasileiros e

            poloneses cresceram cerca de 400%. Período em que a Polônia

            registrou não só uma melhoria no acesso ao mercado europeu comum,

            mas também obteve acesso aos fundos estruturais europeus.

            

            A entrada na UE acelerou consideravelmente o crescimento econômico

            da Polônia e fez a sua economia imune às flutuações do mercado

            econômico mundial. “Até 2013, o país deve receber 85 bilhões de

            euros diretamente dos fundos estruturais e de coesão da União

            Européia”, prevê Piotr Maj, chefe do departamento de Promoção

            Comercial e Investimentos da Embaixada da Polônia no Brasil.

 

            De acordo com o relatório da Economist Intelligence Unit, o PIB polonês

            deve crescer cerca de 0,7% até o final de 2009, colocando o país em

            primeiro lugar da Europa e em sexto melhor resultado do mundo, logo

            depois da China (6%), Índia (5%) e Egito (3,9%). “Em relação a

            países como República Tcheca, Hungria ou Eslováquia, que dependem

            80% de exportações, a Polônia é menos sensível à crise”, detalha

            Maj. “Com grande mercado interno, as exportações representam somente

            40%”, afirma.

            

            O crescimento econômico baseia-se numa política monetária sólida e

            rigorosa, apresentando um nível de inflação baixa. Os setores mais

            favoráveis para investimentos são as indústrias: automobilística,

            química, máquinas e tecnologia da informação. Para Maj, “o segredo

            está na combinação de eficiência produtiva de alto capital que

            necessita de força laboral com altas qualificações e competitividade

            de custos”, conclui.

 

           

 

 

 

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