Lyon, a segunda maior cidade da França
#CRED#
#LEGENDA#
Dizem que Lyon, na verdade, faz parte dos roteiros turísticos desde o ano 44 a C., quando foi fundada por Julio César com o nome de Lugdunum. O local servia como ponto de ligação entre o norte e o sul da Europa.
Era a capital comercial e militar da Gália. Hoje, Lyon é uma metrópole que ainda resguarda um certo ar provinciano. Divide-se em quatro regiões históricas: Velha Lyon, Presqu’île, Fourvière e La Croix-Rousse.
A Velha Lyon, também chamada de bairro renascentista, é a responsável pelo fato de a cidade constar, desde 1998, no privilegiado rol do Patrimônio Mundial da Humanidade (Unesco).
O trecho tombado vai do rio Saône à colina de Fourvière, sob a sombra da exuberante Catedral de St-Jean (final do século 12). O bairro preserva um conjunto urbano de cerca de 300 residências, que remonta à época renascentista, além de floridos bistrôs que… colorem a própria vida.
Na colina de Fourvière, 100 metros acima da Velha Lyon, destacam-se testemunhos da época romana, como dois teatros, além do Museu da Civilização Gallo-Romana e da basílica de Notre-Dame de Fourvière, um dos principais ícones arquitetônicos e religiosos da cidade.
Vale a pena pegar o bondinho e subir. Lyon, vista de cima, enseja ângulos monumentais e matizes variados.
A Presqu’île (península), por sua vez, é uma extensão de terra longitudinal circunscrita pelos rios Saône e Ródano. É o Centro de Lyon, que vai das praças Bellecour, uma das maiores da França, à dês Terreaux. É nesta região que ficam os melhores cafés e as requintadas butiques de Lyon.
Passeando por ali, em ruas exclusivas para pedestres, dá para notar que a cidade é extremamente elegante. Ao norte, a quarta região de Lyon é La Croix-Rousse, um bairro operário que no século XIX foi palco de sangrentas revoltas.
