4 de setembro de 2026
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Nordeste Invest discute a Copa do Mundo no Brasil

As grandes oportunidades geradas pela Copa do Mundo cobram dos projetos nacionais planejamento e execução dentro dos prazos e exigências da Fifa. Essa foi a questão discutida na mesa “A Copa do Mundo já começou. Como poderemos tirar o máximo proveito e superar os desafios?”, durante o V Nordeste Invest, que prossegue até amanhã em Natal.
“Desde o anuncio que contagiou o País, já houve avanços. O grande desafio é saber como atender os requisitos da Fifa para um evento de 30 dias e, ao mesmo tempo, colocar essa infraestrutura de forma perene para a sociedade”, explicou, de forma convincente, Alexandre Borborema, gerente financeiro corporativo da Princewaterhouse Coopers.
A necessidade de pensar o legado da Copa e a imagem internacional do Brasil após a Copa foi uma das defesas do presidente do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco), João Alberto Viol. “O projeto bem feito é a base da obra bem feita. A Espanha, que se preparou oito anos para as Olimpíadas de Barcelona, é um exemplo. Temos que aproveitar a Copa como uma vitrine, e não como uma vidraça para o Brasil”
O superintendente do Banco do Nordeste, Rubens Mota, preferiu o lugar-comum. Lembrou que a vinda do maior evento esportivo do mundo, com quatro sub sedes na região, é mais uma oportunidade de o Nordeste acelerar o seu crescimento. “Vamos a Copa como um instrumento de desenvolvimento, onde poderemos diminuir ainda mais as desigualdades regionais do nosso País, com grandes oportunidades para qualificar o turismo”.

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