Programa de Regionalização do Turismo continua lento
Os interlocutores do Programa de Regionalização do Turismo, reunidos em Brasília ontem, receberam informações sobre as próximas etapas de avaliação de competitividade dos 65 destinos indutores do desenvolvimento regional. Além dos pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Sebrae, os municípios receberão também, a partir deste mês, técnicos do Instituto Marca Brasil (IMB) e da empresa de tecnologia Modulo. Apesar dessas iniciativas, o projeto continua lento.
As entidades são parceiras do Ministério do Turismo em projetos de estímulo ao desenvolvimento dos destinos para que atinjam padrões de qualidade internacional. A FGV/Sebrae realiza, desde junho, uma segunda avaliação da competitividade dos municípios. A primeira aconteceu no período 2007/2008 e resultou no Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Regional – Relatório Brasil.
O IMB entra em campo para capacitar e mobilizar os grupos gestores dos 65 destinos, que incluem todas as capitais brasileiras. A ação começa no dia 19, em Fortaleza (CE), depois de a metodologia ter sido testada em projetos-pilotos realizados em Bento Gonçalves (RS) e no Balneário Camboriú (SC).
A Modulo, vencedora de licitação realizada pelo Mtur, desenvolve o sistema eletrônico de gestão dos 65 destinos. Ele armazenará informações relativas aos municípios pesquisados e outras de interesse dos gestores locais. A empresa capacitará representantes dos municípios para gerir o sistema e acessar os conteúdos disponibilizados pelo MTur, por outros órgãos governamentais e pelos próprios destinos indutores.
