Projeto que permite às companhias aéreas ter 49% de capital internacional está parado
O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), José Márcio Mollo, reclamou, durante o Fórum Panrotas, da morosidade com que a Câmara dos Deputados está tratando a questão da lei que permitirá ás companhias aéreas nacionais ter 49% de capital estrangeiro. Segundo Mollo, a medida interessa às companhias aéreas, à Anac e ao Governo, como um todo, porém a votação do projeto se encontrado parada.
Segundo se comenta nos bastidores do turismo, a primeira companhia aérea brasileira a ter 49% de capital internacional será a Webjet, pertencente ao empresário Guilherme Paulus, que já teria proposta de um fundo de investimentos americano. O blog falou com Paulus sobre o tema, mas ele não confirma. “Qualquer proposta boa será estudada, mas não há nada encaminhado”, afirmou.
O Snea, ainda de acordo com seu presidente, aguarda o desfecho desta questão para começar a discutir uma ampla mudança no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA). Mollo diz que a tendência será de uma maior convergência de interesses, tanto da indústria como dos trabalhadores.
