6 de junho de 2026
Turismo

RN não vai apoiar charteres de Santiago do Chile

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O bom senso imperou e o Rio Grande do Norte não vai desembolsar qualquer aporte financeiro para viabilizar as seis operações que a empresa clilena Concha petende implantar na rota Santiago-Natal, durante o verão.

Em princípio, a operadora queria US$ 50 mil. Depois aumentou para US$ 100 mil a "parceria", a título de "reforço de marketing".

Nem 50, nem 100. Se Natal está bem procurada no Chile, que as operadoras e agências de viagem procurem meios de melhor vender o produto. Não cabe ao poder público colaborar com quantia bem considerável para apenas seis voos.

Aliás, esse tipo de parceria precisa ser reformatado. Não são todos os casos que merecem contrapartida para divulgação. O mercado, em certas circunstâncias, tem que ser soberano, independente de apoios oficiais.

A gerente comercial da Conchas, Maria Elba Manzur, saiu decepcionada da reunião realizada no estande potiguar durante a Feira da Abav. Mas a decisão do Rio Grande do Norte foi bem sustentada.

Resta agora lutar para que as companhias aéreas Tam e Lan melhorem suas malhas para pemitir boas conexões para a capital potiguar, como acontece em relação ao mercado argentino.

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