20 de maio de 2024
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Terê, Petrô e Friburgo: choro e saudade

Teresópolis da Granja Comari, onde a Seleção Brasileira se concentra. Ao fundo, o pico "Dedo de Deus". Aliás, o que Terê mais precisa neste momento é disso mesmo: do dedo de Deus

Museu Imperial, o maior símbolo turístico-cultural de Petrópolis

Friburgo: Lagos e rios que foram dos cartões postais à tragédia

Que tristeza, que tragédia!
Difícil falar sobre Teresópolis, Friburgo e Petrópolis. Á mente vêm os muitos bons momentos vividos nessa privilegiada região serrana do Rio de Janeiro.
Elas foram cenários de minha infância. Floridas, às vezes bem geladinhas, com belos lagos e pinceladas de verde.
Minha paixão pelo turismo deve ter começado em rápidas viagens para estas cidades.
Terê fica a uma hora de carro da capital fluminense. É destino de final de semana. Ou mesmo de um bate-e-volta gastronômico. A estrada, por si só, compensa o passeio.
Friburgo fica um pouquinho mais longe: duas horas de carro. Tem estrutura hoteleira bem maior e melhor do que as demais, com belos resorts de inverno. Não é visita de um dia apenas. É destino.
Já Petrô, menos afetada do que Terê e Friburgo, já é quase um bairro-dormitório do Rio. É uma cidade de porte médio (para o estado), com amplo comércio. No turismo, destaque para o Museu Imperial.
Enfim, três destinações turísticas que sucumbem, momentaneamente. Perde o Rio de Janeiro, perde o Brasil, perde o turismo. Perdemos, mais do que tudo, vidas. Um tsunami.

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