Eduardo Rocha assume presidência do TRT-RN

Em uma solenidade marcada por discursos emocionantes e a presença de representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o desembargador Eduardo Serrano da Rocha tomou posse como presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN). Na mesma sessão, foi empossada a desembargadora Isaura Maria Barbalho Simonetti, como vice-presidente, e o desembargador Bento Herculano como ouvidor do tribunal.

Eduardo Rocha sucede o desembargador Eridson João Fernandes Medeiros, que deixa a presidência após um mandato marcado por avanços na gestão administrativa e no fortalecimento das políticas de justiça social. Durante o discurso de posse, o novo presidente destacou a importância de garantir celeridade e acessibilidade nos processos trabalhistas, além de reforçar o compromisso com a modernização do tribunal.
Um dos momentos emocionantes da noite foi a homenagem prestada à mãe do novo presidente, que também é viúva de José Rocha, o primeiro presidente do TRT-RN. A homenagem destacou o legado histórico de família Rocha na construção da Justiça do Trabalho no estado.


O evento contou com a presença de autoridades como a governadora Fátima Bezerra, do prefeito de Natal Paulinho Freire, do ministro Douglas Alencar Rodrigues, representante do presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), dos ministros do STJ Marcelo Navarro e Luiz Alberto de Faria, do senador Rogério Marinho, além de deputados, prefeitos, do presidente da OAB/RN, magistrados, advogados, servidores e demais autoridades que lotaram o auditório do Teatro Alberto Maranhão.


Em seu discurso de despedida, Eridson Medeiros agradeceu o apoio de todos à sua administração e, citando o escritor Guimarães Rosa, destacou a importância de se agir sempre com coragem para começar um trabalho, coragem para terminar esse trabalho”.

O presidente Eduardo Rocha revelou que assume o novo encargo “com humildade, senso de dever e o compromisso de dar continuidade a um trabalho de excelência. Ele pretende estreitar as parcerias com as instituições públicas e com as entidades representativas”, “pois o Tribunal não é uma ilha isolada; ele depende da cooperação mútua com outros órgãos para que possamos alcançar nossas metas e cumprir nossa missão de promover justiça de maneira efetiva e acessível. Na nossa gestão criaremos pontes e não muros”, concluiu.
