2026 desafia perfil agregador de Paulinho Freire para não sair como traidor

O prefeito Paulinho Freire (UB) foi eleito em 2024 com o apoio da chamada Direita unida potiguar , quando saiu do terceiro lugar na maioria das pesquisas de opinião divulgadas para uma vitória maiúscula sobre a deputada Natália Bonavides, do PT, deixando o favorito Carlos Eduardo Alves (PSD), de fora.
Para isto teve o apoio do seu partido União Brasil na figura do presidente José Agripino e toda logística necessária, contou com o bolsonarismo do senador Rogério Marinho e a força definitiva e determinante do então prefeito Álvaro Dias (Rep).
Some-se a isso a presença mais virtual do que presencial, mas não menos importante do senador Styvenson Valentim.
Agora, a fatura chaga para a tal reciprocidade ser posta à prova.
Paulinho, como prefeito do maior eleitorado do RN, terá que se decidir e, possivelmente, ser o fiel da balança para as candidaturas postas ao Governo dos aliados Álvaro Dias , Rogério Marinho e Allyson Bezerra. E na pré-candidato à reeleição Styvenson Valentim.

Esta semana, o senador Styvenson Valentim (PSDB) declarou que se o prefeito de Mossoró aderir ao grupo ele sai. Ontem, foi além e postou foto ao lado de Freire e Marinho com a legenda “juntos e alinhados”.
Uma legenda que para se tornar verdadeira em 2026 vai colocar quem xeque o perfil de agregador do prefeito Paulinho Freire, podendo transforma-lo em traidor; de um lado ou do outro.
No mesmo palanque não vai caber, assim como não coube nem nas fotos de aliados de 2024.
