5 de setembro de 2026
Nota

Defesa de prefeito de Mossoró nega qualquer pedido de uso de tornozeleira

A Operação Mederi deflagrada há três dias ainda rende desdobramentos e desinformações nas redes sociais. Uma delas é sobre o uso de tornozeleira eletrônica para o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB).

Este Território Livre checou a informação com o advogado habilitado no processo, Caio Vitor Barbosa, que negou qualquer determinação nesse sentido.

Por outro lado, há medidas restritivas dessa ordem a outros investigados.

Segundo o Blog do Barreto, do Jornalista Bruno Barreto, sete investigados pela Polícia Federal e Controladoria-Geral da União (CGU) na Operação Mederi estão usando tornozeleiras eletrônicas e tiveram fianças arbitradas pela Justiça Federal que somam R$ 450 mil.

Estão com tornozeleira eletrônica:

Oseas Monthalggan Fernandes Costa (sócio formal da Dismed);

José Moabe Zacarias Soares (sócio de fato da Dismed e ex-prefeito de Serra do Mel/RN);

Maycon Lucas Zacarias Soares (sócio formal da Dismed);

Raimundo Wandecy Campelo Gurgel (ex-sócio e funcionário da Dismed);

Sidney Carlos de Melo (representante comercial da DISMED);

Roberta Ferreira Praxedes Costa (sócia formal da Drogaria Mais Saúde);

João Evaristo Peixoto (Prefeito de Paraú/RN).

Desta lista, Oseas, Moabe, Maycon e o prefeito de Paraú tiveram fianças arbitradas de R$ 100 mil para cada um. Sidney e Raimundo tiveram que pagar R$ 25 mil cada.

Com isso as fianças totalizam R$ 450 mil.

Da lista de tornozelados, só Roberta não teve fiança arbitrada.

A Operação Mederi investiga corrupção compra de medicamentos nas cidades de Paraú, Mossoró, Serra do Mel, São Miguel e José da Penha.

Mais de R$ 13 milhões foram bloqueados.

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