11 de maio de 2026
Nota

Depois das janelas fechadas, agora a discussão gira em torno do fundo partidário

Dois, cinco, seis, até dez milhões. Esses são os números que circulam nos bastidores políticos quando o assunto é a divisão dos fundos partidários após as convenções de julho, de olho nas eleições de outubro.

Com o fim da janela de filiação em 4 de abril, a pauta agora é uma só: dindin. Ou melhor, quanto cada grupo e cada filiado vai receber. E é justamente aí que mora um dos pontos mais sensíveis  e decisivos dessa eleição.

Uma fonte bem posicionada confidenciou ao Território Livre: quem promete muito e não entrega pode cavar a própria cova eleitoral. A conta é simples:  se o recurso não vier como esperado, tem gente que pode até desistir da disputa antes mesmo dela começar e prejudicar toda nominata com o desfalque. 

E isso não é exceção local, do Rio Grande do Norte. É a regra do jogo em todo o Brasil. No fim das contas, o olhar das cúpulas partidárias está voltado mesmo para as candidaturas a deputado federal com maior viabilidade. São elas que ampliam a bancada, aumentam a força política e garantem mais recursos no futuro.