Federação MDB e Republicanos é a bola da vez na política e situação do RN uma das mais … peculiares

As recém-anunciadas federação partidária entre União Brasil e PP e fusão entre PSDB e Podemos impulsionam um movimento iniciado há alguns anos e que resultou no corte de 30% do número de forças partidárias existentes.
O país alcançou 35 legendas distintas em 2015, conta que deve baixar a 24 agremiações com a concretização das novas uniões —o enxugamento será mais acentuado no Congresso, que em 2019 tinha 30 siglas representadas. Agora, haverá encolhimento à quase metade, 16.
A tendência é salutar, buscada por diferentes matizes ideológicas e indispensável para governabilidade do país.
MDB E REPUBLICANOS
Agora, a bola da vez para federalizar é o MDB e o Republicanos, que seus presidentes Baleia Rossi e Marcos Pereira tiveram uma conversa importante semana passada.
Segundo Baleia, o projeto avançou e, agora, os dois partidos vão avaliar os cenários de seus diretórios nos estados para definir a futura aliança, focos de divergência e outras questões com os filiados.

COMO SERIA A FEDERAÇÃO NO RN
O Rio Grande é uma das situações mais inusitadas do Brasil.
De um lado, o vice-governador Walter Alves com grande número de prefeitos no interior e a expectativa de governar o estado por quase um ano, com o afastamento da governadora Fátima Bezerra para disputar o Senado.
Do outro, o ex-prefeito Álvaro Dias, que preside o Republicanos, tem o filho Adjuto Dias deputado estadual pelo MDB, mas faz oposição ferrenha ao Governo Fátima. É a postura, aliás, que mais o credencia a ser candidato ao Governo em 2026.
Quase ninguém tem dúvida sobre a Federação vai vingar no Brasil e que vai provocar reflexo com migrações no cenário potiguar. Uma questão de lei … da física.
