13 de junho de 2026
NotaParabéns

Flávio no sufoco levou assunto a Casa Branca

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu-se na terça-feira com o presidente Donald Trump, em Washington, buscando pautar uma agenda positiva após a crise envolvendo diálogos com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, episódio que ampliou a vantagem de Lula sobre ele no Datafolha. No encontro, Flávio tratou de segurança pública — sugerindo classificar facções brasileiras como terroristas — e de minerais críticos. Embora a oposição celebre o prestígio internacional da direita, o PT enxerga o evento como oportunidade para inflamar o sentimento de soberania nacional, associando Flávio às tarifas de Trump contra o Brasil. Governistas e cientistas políticos ironizaram a estética da foto divulgada, apontando uma postura de subalternidade, já que Trump aparece sentado e o senador em pé.

Estados Unidos diploma facções como terroristas

O Departamento de Estado dos EUA anunciou que, a partir de 5 de junho, as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) serão classificadas como organizações terroristas. A medida repete a estratégia já adotada por Washington contra cartéis mexicanos.

A decisão foi divulgada dois dias após o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), reunir-se com Donald Trump nos EUA para defender a proposta. Nas redes sociais, o parlamentar comemorou o anúncio com o jargão “Grande dia”.

Em contrapartida, o governo brasileiro vê a iniciativa com ressalvas, temendo riscos de interferência americana na soberania do país. Celso Amorim, assessor especial do presidente Lula, destacou que, embora o crime organizado precise ser combatido, a segurança pública é uma pauta estritamente nacional.

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