Flávio Rocha defende indústria e varejo nacional com critica ao fim da “taxa da blusinha”

Enquanto setores da mídia e da política potiguar sonham com a perspectiva – quase utópico – candidatura do empresário Flávio Rocha ao Senado, ele se pronunciou nas redes sociais com dura crítica ao fim das” taxas da blusinhas”, anunciadas ontem pelo presidente Lula da Silva.
Trata-se de nova frente de batalha entre os representantes do varejo nacional e os importadores.
Anunciada em um ano eleitoral, a medida elimina a cobrança de 20% em imposto de importação sobre compras internacionais abaixo de US$ 50 que havia sido instituída em agosto de 2024, mas mantém o programa Remessa Conforme — que regularizou a compra desses produtos no exterior.
Apesar do fim do imposto de importação, os estados mantiveram sua tributação, por meio do ICMS, também em 20%, com validade em abril do ano passado. Essa cobrança se mantém.
O manifesto defendido por Rocha e outros empresários é por isonomia na isenção com a industria estrangeira e prevê desemprego com a medida:
Sem isonomia, o setor prevê um cenário alarmante de desindustrialização e fechamento de postos de trabalho, tranferindo riqueza brasileira para o exterior.
